comentar
r, em 08.07.10 às 11:04link do post | favorito

 

 

Na sequência de diversas notícias veiculadas nas últimas semanas por diversos órgãos de comunicação social, na qual são espelhadas manifestações e opiniões de diversos autarcas do concelho de Sintra, cumpre à Câmara Municipal da Amadora esclarecer os seguintes pontos:

- O executivo da Câmara Municipal da Amadora aprovou recentemente a aquisição de 19 fogos para proceder ao realojamento de algumas famílias abrangidas pelo Programa Especial de Realojamento (PER) e cujas habitações se encontram no traçado da CRIL.

- Os serviços camarários manifestaram a sua preocupação relativamente à localização dos fogos, de modo a que estes se situassem preferencialmente na Amadora ou em áreas limítrofes, com boa cobertura ao nível de transportes públicos, devendo os valores de aquisição enquadrarem-se nos valores estabelecidos na Portaria n.º 683/2008 de 20 de Julho, e ainda que os fogos se encontrem prontos a habitar, não necessitando da realização de obras.

- Assim, e no âmbito de um protocolo firmado com a Estradas de Portugal e o IHRU, que financiam parte da aquisição, a Câmara da Amadora avançou para a compra de 19 fogos, 11 dos quais em sete freguesias do concelho de Sintra, sendo os restantes na Amadora.
Uma aquisição feita no mercado livre, através de imobiliárias e da banca.

- Trata-se do realojamento de famílias acompanhadas pelos técnicos da Amadora, à semelhança do que tem vindo a ser feito ao longo de vários anos, como por exemplo no bairro da Coopalme, em Algueirão, onde habitam há dez anos cerca de 40 agregados familiares realojados pela Câmara da Amadora e devidamente acompanhados pelos nossos serviços técnicos através de um gabinete de atendimento no local.

- Ao contrário do que se tem afirmado, a Câmara da Amadora não se prepara para, e passando a citar, “num ataque terrorista, despejar em Sintra as 2300 famílias a viverem ainda em barracas”. Para além deste número não estar correcto, a Amadora está sim empenhada em ajudar as suas famílias a encontrar condições dignas de habitação, promovendo a sua inclusão sem qualquer estigma.

- Neste momento, existem apenas 1544 famílias por realojar no âmbito do PER, 23,14% do total referenciado em 1993. Desde então, esta autarquia já resolveu o problema de 5127 famílias, não só através do simples realojamento, mas também através do PER-Famílias (413), do Programa de Apoio ao Auto-Realojamento (422) e do Programa Retorno (44).

- É também com o princípio orientador da igualdade de oportunidades que a Câmara Municipal da Amadora está empenhada em apoiar todos os que residem, trabalham ou estudam no seu território. Exemplo disso é a aposta na educação e nos apoios sociais aos alunos. Só na Escola Seomara Costa Primo, dos seus 1381 alunos, mais de 700 são provenientes do concelho vizinho de Sintra, recebendo desta autarquia o mesmo tratamento e apoio que qualquer outro aluno, independentemente da sua origem.

Marcadores: , ,

comentar
r, em 17.05.10 às 10:38link do post | favorito

 

 

A Câmara da Amadora quer deixar de construir bairros sociais e está a apostar na compra de apartamentos, a preços mais acessíveis, no mercado privado, para evitar a concentração em massa de habitação social. A câmara já adquiriu 19 fogos num investimento de 1,2 milhões de euros, para realojamento de famílias.DN

 

 

A Câmara já adquiriu 19 fogos a preço controlado num investimento de 1,2 milhões de euros, para realojamento de famílias recenseadas no PER (Programa Especial de Realojamento), residentes em barracas e construções similares na área do novo troço da CRIL (Cintura Regional Interna de Lisboa) entre as Portas de Benfica e as Pedralvas.

 

Trata-se de um protocolo entre a autarquia da Amadora, a Estradas de Portugal, que financiou 300 mil euros, e o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), que subsidiou 40 por cento do valor.

Diário Digital / Lusa

 

 


comentar
r, em 13.11.09 às 12:00link do post | favorito

Realojamento de 19 famílias na Amadora permite conclusão do troço final da CRIL

Dezanove famílias que viviam em barracas entre as Portas de Benfica e Pedralvas serão realojadas ao abrigo de um acordo entre o Instituto de Habitação, Câmara da Amadora e Estradas de Portugal, permitindo concluir o troço final da CRIL.

Este protocolo é o segundo aditamento ao acordo celebrado em Outubro de 1996 entre as três entidades, que visava regular uma intervenção integrada para realojamento de famílias recenseadas no Programa Especial de Realojamento (PER) nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto.

O realojamento será assegurado pelo município da Amadora, mediante a compra no mercado de 19 fogos adequados às famílias abrangidas (quatro T0, um T1, cinco T2, seis T3 e três T4) e o financiamento será garantido pelo Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU), que investe um total de 482 mil euros.

O investimento do IHRU corresponde à comparticipação a fundo perdido até ao limite de 40 por cento dos preços máximos, por tipologia, vigentes à data da compra.

A Estradas de Portugal concede ao município da Amadora uma comparticipação de 300 000 euros, que cobrirá a parcela não financiada ao abrigo do PER.

Com o realojamento destas 19 famílias fica aberto o caminho para a conclusão do troço final da Circular Regional Interior de Lisboa (CRIL), que ligará o nó da Buraca ao da Pontinha e este à rotunda de Benfica, numa extensão aproximada de 4,5 quilómetros.

lusa


comentar
r, em 28.06.09 às 15:49link do post | favorito

A Câmara Municipal da Amadora propõe-se criar uma bolsa de habitações para arrendamento, como forma de dinamizar a aplicação do disposto no Decreto-Lei nº 54/07, de 12 de Março.

A publicitação do fogo disponível para arrendamento é gratuita e não implica qualquer exclusividade, pretendendo apenas a Câmara Municipal da Amadora constituir-se como instrumento facilitador da relação entre particulares.

Os proprietários deverão informar os Serviços de Habitação, desta Câmara Municipal, sobre o seu interesse em que as habitações que têm disponíveis passem a constar na bolsa de habitações para arrendamento, ao abrigo do Prohabita, enviando o
formulário para a Divisão de Habitação e Realojamento.

Para mais informações poderá contactar o Serviço de Atendimento da Divisão de Habitação e Realojamento, sito na Avenida 11 de Setembro, nº 36, Venteira, Amadora, pessoalmente, entre as 9.00h e as 13.00h, ou por telefone, entre as 9.00h e as 17.00h, através do nº 21 498 81 40, ou consulte o site da Câmara Municipal da Amadora,
aqui.

(cma)


comentar
r, em 25.05.09 às 16:23link do post | favorito

Especialistas nacionais e internacionais reúnem-se entre hoje e quarta-feira, em Lisboa, para fazer um balanço do projecto "Bairros Críticos", que se desenvolve em três zonas: Cova da Moura (Amadora), Vale da Amoreira (Moita) e Lagarteiro (Porto).

 

Envolvendo oito ministérios, o "Bairros Críticos" pretende recuperar as áreas urbanas mantendo os moradores no local, ao contrário das intervenções de realojamento nos bairros clandestinos feitas no âmbito do Programa Especial de Realojamento (PER).

 

"Há uma grande preocupação social no projecto. Há sempre em simultâneo intervenção no espaço público, nos equipamentos e também programas sociais. É uma intervenção global e abrangente", disse à Lusa o secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades, João Ferrão.

 

Em jeito de balanço do programa, aprovado em Conselho de Ministros há quase quatro anos, João Ferrão reconhece alguns atrasos nas obras, que justifica com a complexidade das intervenções, mas lembra que "a dinâmica é a que estava prevista", e que "o rumo está traçado e é irreversível".

 

No bairro da Cova da Moura, onde vivem cerca de cinco mil pessoas, já avançou o policiamento de proximidade, a recolha diária de resíduos e a recolha selectiva e, entre outras intervenções, foram colocadas placas toponímicas nas ruas com nomes escolhidos pelos moradores.

 

No Vale da Amoreira, onde moram mais de 12 mil pessoas (Censos 2001), o projecto já ajudou a melhorar a imagem do Bairro das Descobertas, com obras em várias casas que deverão ficar concluídas em Agosto. Na área social, João Ferrão destacou os programas de formação e empregabilidade, e o projecto "Amas 24 horas".

 

"É um bairro onde as mulheres têm horários de trabalho muito estendidos e onde era essencial criar esta rede de apoio", realçou.

O projecto do Lagarteiro, onde moram mais de 1 800 pessoas, é o mais atrasado, já que foi o que arrancou mais tarde.

DN


comentar
r, em 28.05.08 às 16:57link do post | favorito

Realiza-se nos próximos dias 30 e 31 de Maio, na Escola do Ensino Básico 2/3 Miguel Torga, freguesia de S. Brás, o “Congresso de Zona integrado no Projecto Geração / EQUAL Oportunidade”.

  

Esta é uma oportunidade para contactar pessoalmente com as iniciativas e as entidades parceiras que colaboram no projecto.

Além de outras actividades, é de salientar a presença de Vereadores da Câmara Municipal da Amadora, que irão responder às questões apresentadas pela população.

 

Este projecto, que visa a integração e desenvolvimento social da população do Bairro de realojamento do Casal da Boba, centrando a sua acção nos jovens que ali residem e estudam, resulta da articulação inicial entre a Câmara Municipal da Amadora, a Fundação Calouste Gulbenkian e o Alto Comissariado para a Imigração e Minorias Étnicas (actual ACIDI), cuja parceria permitiu viabilizar uma metodologia de intervenção com vista ao reconhecimento de problemáticas e à concepção e experimentação de respostas sustentáveis e propulsoras do desenvolvimento social. 

 

 

O financiamento desta intervenção é assegurado em parceria com o programa Equal, a Fundação Calouste Gulbenkian e a Câmara Municipal da Amadora. 

 

 O projecto conta com o envolvimento das organizações locais com intervenção no bairro e na zona envolvente, e desenvolve, entre outras, acções de apoio a mães adolescentes, a criação de um centro de formação na área de cabeleireiro, incentivar os jovens a completarem o 9.º ano de escolaridade, a guarda de crianças e o apoio a jovens com problemas com a justiça.  

 

Consulte o Programa. 

 

ESCOLA EB 2/3 MIGUEL TORGA
R. PADRE ÁLVARO PROENÇA – S. BRÁS
 

ENTRADA LIVRE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


comentar
r, em 26.05.08 às 11:22link do post | favorito

A CDU da Amadora está preocupada com a "escassez" da informação dada pelo Governo acerca do processo de requalificação do bairro da Cova da Moura, um projecto que os comunistas acreditam viver agora "muita indefinição".

 

O Alto da Cova da Moura, com mais de 6.000 habitantes, é uma das três zonas contempladas pelo programa de reabilitação e reinserção urbanas "Bairros Críticos", lançado em 2006 pelo governo e desenvolvido por oito ministérios, autarquias, organizações e populações locais.

 

Nos últimos meses, o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) tem estado a levantar as condições habitacionais dos mais de 1.200 fogos ilegais do bairro, o que viabilizará a abertura do concurso para o Plano de Pormenor da zona.

 

A comissão concelhia da CDU teme, no entanto, que os trabalhos não estejam a avançar dentro dos prazos previstos, até porque considera que a informação avançada pela comissão geral de acompanhamento do processo não tem sido esclarecedora.

 

"As coisas parecem estar num impasse, a informação é relativamente escassa, até sobre a fase em que se está. Retoma-se estudos anteriores, mas em termos substanciais vê-se pouco no terreno", disse hoje à Lusa o vereador da CDU na Câmara da Amadora, João Bernardino, após uma visita ao bairro com responsáveis da Associação de Solidariedade Social local e da Comissão de Moradores.

 

"Preocupa-nos que a situação se vá arrastando sem uma solução mais célere e que se mantenha a tendência para usar o nome e as esperanças da Cova da Moura sem materializar uma reconversão que seria essencial para requalificar a própria vida das pessoas", acrescentou.

 

João Bernardino lamentou também que os habitantes e as associações estejam a ser ouvidos de forma "ténue" e com base em "repetições", o que reforçará a ideia de que a requalificação está sustentada em "muita indefinição".

 

O responsável irá, por isso, confrontar o executivo camarário com "os atrasos" e levantar a questão em Assembleia Municipal, apelando à necessidade de haver uma calendarização concreta da recuperação da Cova da Moura e de serem disponibilizados mais recursos humanos.

 

(lusa)

 

Escrevo Eu: há coisas fantásticas, não há???? isto de estarem à porta eleições autárquicas desperta preocupações... é pena que há uma dezena de anos atrás, esta mesma coligação, não tenha incluído a Cova da Moura no PER (Plano Especial de Realojamento), podia ser que se o tivessem feito hoje a Cova da Moura fosse um pouco diferente...

 

 

 


comentar
r, em 15.05.08 às 16:25link do post | favorito

 

O Executivo Municipal aprovou a minuta do protocolo de parceria, a celebrar com o Instituto de Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), para o estabelecimento de um programa de reabilitação e desenvolvimento integrado para a Zona do PIZ – Plano Integrado do Zambujal, cujo investimento global está estimado em € 7.113.233,00 (sete milhões, cento e treze mil duzentos e trinta e três euros).

 

Estas duas entidades visam colaborar no sentido de desenvolverem uma operação de regeneração urbana que consagre uma visão integrada e coerente daquele espaço, amplie a oferta de equipamentos e fomente uma qualificação do ambiente urbano e dos factores da qualidade de vida da população.

 

Para o estabelecimento do Programa de Acção “Zambujal Melhora”, a Autarquia aprovou ainda a minuta do protocolo de parceria local, a estabelecer com o IHRU e a Escola Intercultural das Profissões e do Desporto, E.M., que define os termos da execução, gestão, controlo e promoção daquele Programa, que é constituído por três eixos: habitação, ambiente e espaço público, e desenvolvimento social e económico.

 

O Programa “Zambujal Melhora” tem como objectivos promover a reabilitação dos edifícios habitacionais, de forma a repor as condições de habitabilidade e melhorar os níveis de conforto; melhorar a qualidade ambiental do bairro, através da criação de uma estrutura verde; melhorar o ambiente urbano, reordenando-o, melhorando as acessibilidades e a mobilidade; promover a economia social local (coesão social, actores sociais) e o empreendedorismo; e promover a inserção urbana da área crítica.
 

 

(cma)

 

 


Setembro 2012
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10
11
12
14
15

16
17
18
19
20
21
22

23
24
25
26
27
28
29

30


blogs SAPO