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r, em 25.07.09 às 23:31link do post | favorito

 

As câmaras da Amadora e de Odivelas vão investir na criação de uma linha de metro sobre pneus, numa extensão de 7,5 km entre a actual estação de Metro da Amadora e o interface a construir na Reboleira, prolongando-se depois até ao centro comercial Dolce Vita Tejo.

 

O investimento na primeira fase é de 8,9 milhões de euros e de 16 milhões para a segunda, afirmou o vice-presidente e vereador dos transportes da Câmara da Amadora, Gabriel Oliveira.

 

A Chamartin proprietária do Dolce Vita deverá contribuir com 4 milhões para as obras. Gabriel Oliveira salienta ainda que este modo de transporte não só é mais barato que o convencional metro de superfície sobre carris, mas também é mais amigo do ambiente. 

 

Esta linha vai permitir fazer a ligação às novas extensões do metropolitano previstas, como o prolongamento da Amadora ao Hospital Amadora-Sintra.  São três novas estações (Atalaia, Amadora-Centro e Hospital) num percurso de 2,5 km, que têm um custo estimado de €240 milhões.

 

A secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino considera que  a coordenação entre a administração central e local permite que as mais-valias geradas sirvam para financiar o processo. "Há um compromisso das câmaras para apoiarem projectos junto das futuras estações cujas mais-valias poderão financiar o metropolitano", acrescentou.    

Mapa de novas extensões do Metropolitano (clique na imagem para ver o documento em formato PDF)

 

 

 
 

 


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r, em 20.03.09 às 10:37link do post | favorito
As obras do metro ligeiro de superfície da Amadora, que vai unir seis freguesias do concelho às redes do Metropolitano de Lisboa e da CP, deverão arrancar até ao fim do ano, adiando o início da circulação deste veículo eléctrico para 2010.

O vereador dos Transportes e das Obras Municipais da Câmara da Amadora revelou ao PÚBLICO que está neste momento a ser desenvolvida a solução técnica que vai permitir criar “este conceito de transporte novo, que não existe em Portugal”, embora tenha algumas semelhanças com os trolleys que circulam em Coimbra desde a década de 40 do século XX. Segundo Gabriel Oliveira, é este carácter inovador que está na origem do atraso no projecto, cuja entrada em funcionamento chegou a ser anunciada para Maio de 2009.

 

Esta primeira fase do metro ligeiro de superfície vai ligar a futura estação da Reboleira do Metropolitano de Lisboa (cuja inauguração foi anunciada para o primeiro trimestre de 2011) à estação da Amadora-Este, atravessando as freguesias de Reboleira, Venda Nova, Falagueira, Mina, São Brás e Brandoa e terminando no centro comercial Dolce Vita Tejo, que abre as portas em Maio deste ano.

Gabriel Oliveira adiantou que esta obra, com uma extensão de cerca de sete quilómetros e entre 15 e 20 paragens, poderá custar “entre seis e sete milhões de euros”, o que representa uma diminuição substancial face aos 11 milhões de euros que tinham sido anunciados no início de 2008. “Baixámos os custos, estamos a tentar uma solução o mais económica possível”, explicou o autarca.
 

 

Fonte – Fait-Divers

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r, em 03.02.09 às 15:36link do post | favorito
 Notícia publicada no Jornal de Negócios ontem, 2 Fev.2009

 

Novo projecto vai integrar cerca de 100 pessoasAs novas instalações da Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário (EMEF), na Amadora, um investimento de 6,5 milhões de euros, estarão a funcionar dentro de um ano e meio, disse esta sexta-feira a secretária de Estado dos Transportes.
 

 

«Numa primeira fase o investimento previsto são 6,5 milhões de euros», afirmou Ana Paula Vitorino, explicando que, desse valor, totalmente suportado pela EMEF, 6 milhões de euros foram aplicados na compra do terreno, enquanto os restantes 500 mil servirão para «reformular as instalações», que pertenciam à Bombardier, avança a Lusa.

 

A secretária de Estado dos Transportes falava aos jornalistas no final da cerimónia que assinalou a mudança de instalações da EMEF para as antigas oficinas da Bombardier, durante a qual a participada da CP assinou protocolos de colaboração tecnológica com os fabricantes de material ferroviário Siemens, Alstom e Bombardier.

Na ocasião foram apresentados os dois projectos que serão desenvolvidos na Amadora: o centro de reparação de rotáveis e o Pólo de Excelência Ferroviária.

 

Deverá estar a funcionar dentro de um ano e meio

 

O primeiro projecto visa inovar e melhorar os actuais processos de reparação da EMEF, enquanto o segundo tem como objectivo transformar a Unidade de Inovação e tecnologia Ferroviária (UITF) «numa referência nacional na realização de projectos de I&D (Investigação e Desenvolviment)», através de parcerias com universidades e fabricantes de material ferroviário.

 

Ana Paula Vitorino referiu que os projectos anunciados hoje deverão estar a funcionar «em pleno» dentro de um ano e meio.

 

«A sede da EMEF já está a funcionar. Nas próximas semanas já teremos a funcionar o Centro de Inovação e o Centro de Rotáveis vai demorar três a quatro meses», detalhou.

 

A secretária de Estado garantiu tratar-se de «um projecto altamente rentável», desde logo porque vai permitir libertar as empresas do grupo CP dos encargos com rendas dos espaços actualmente utilizados, «com um custo elevado».

 

«Em termos de futuro, há dois tipos de benefícios, não só o benefício directo para a própria empresa, que fica capaz de participar nos grandes projectos, mas também estamos a contribuir para que exista uma qualificação mais elevada dos nossos jovens em termos universitários», sublinhou.

 

Ana Paula Vitorino disse ainda que este projecto contribui para a qualificação dos técnicos portugueses, permitindo a «exportação de know how» (conhecimento), bem como «o aparecimento de outras empresas privadas, com a criação de riqueza e de emprego».

Nas novas instalações, vão trabalhar cerca de 100 pessoas, 70 das quais serão transferidas dos serviços centrais da participada da CP, explicou o presidente da EMEF, Carlos Frazão.

 

«Para já, vêm cerca de 70 dos nossos serviços centrais. Depois, poderão vir mais 30 de nível técnico superior», precisou Carlos Frazão.

 


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r, em 03.02.09 às 15:31link do post | favorito

 

 

Intervenção da Secretária de Estado dos Transportes na sessão de apresentação pública do Centro Tecnológico Ferroviário da Venda Nova, na Amadora

 

 

Senhor Presidente da Câmara Municipal da Amadora,
Senhor Presidente e demais membros do Conselho de Administração da CP,
Senhor Presidente e demais membros do Conselho de Administração da EMEF,
Minhas Senhoras e Meus Senhores,

 

Hoje estamos aqui para dar mais um passo no cumprimento do compromisso do Governo de assegurar, em Portugal, a capacidade produtiva e tecnológica de qualidade ao nível da manutenção e montagem de material circulante, no quadro de um sector empresarial do Estado eficiente.

 

O projecto que hoje apresentamos é o culminar de um trabalho difícil de vários meses, com o objectivo de possibilitar a manutenção da actividade ferroviária num espaço historicamente ligado ao sector, viabilizando o desenvolvimento pela EMEF de actividades de elevado valor acrescentado, permitindo dotá-la de condições para que no futuro próximo se assuma como uma empresa de referência incontornável no sector, a empresa que a ferrovia nacional e o País necessitam.

 

Mas o dia de hoje é apenas o encerramento de um capítulo de uma história que ainda está a ser escrita, de forma sustentada e com grande sentido de responsabilidade.

 

Hoje fico mais convencida que esta é uma história que se perspectiva ter um final feliz, mas que temos todos de ter a consciência da necessidade em manter o empenhamento e a determinação na concretização deste projecto, de forma profissional e rigorosa, para que o esforço até aqui desenvolvido não tenha sido em vão e se atinjam os objectivos e o sucesso que todos pretendemos.

 

Minhas Senhoras e Meus Senhores

 

O processo de aquisição destas instalações tem tido o meu empenhamento pessoal, e tem sido um processo extremamente complexo.

 

Esta complexidade, no entanto, não nos desmotiva nem nos faz hesitar, antes nos estimula porque sempre estivemos empenhados em alcançar um acordo que tenha ganhos evidentes para o sector público empresarial e que garanta de forma inequívoca o interesse público.

 

Quero dizer-vos que considero que o acordo alcançado cumpre estes objectivos. Para além de responder aos desafios que a EMEF tem que enfrentar num futuro muito próximo, também é um acordo que possibilita o desenvolvimento de outros projectos económicos neste local e, consequentemente, o emprego no Concelho da Amadora.

 

Este acordo respeita as orientações que transmiti aquando do início das negociações entre a CP e a Bombardier, que aqui quero recordar:

  • Manter em Portugal capacidade de montagem e construção de material circulante ferroviário;
  • Potenciar a paz social;
  • Aumentar a eficiência do sector empresarial do Estado; e
  • Cumprir, escrupulosamente, o enquadramento legal, comunitário e nacional, no que respeita, nomeadamente, às regras de concorrência e transparência.

No quadro destas orientações, determinei que fossem apresentadas duas alternativas para a reestruturação da EMEF:

  • Uma solução baseada em instalações à data já pertencentes ao estabelecimento ou ao património CP; e
  • Uma outra solução que contemplasse igualmente as instalações da Bombardier na Venda Nova.

Esta última hipótese foi pela CP considerada viável e atractiva do ponto vista da respectiva viabilidade económica e social, tendo-se vindo a trabalhar no sentido de pormenorização de estudos e dos ajustamento considerados adequados e necessárias, e que culminaram no projecto que hoje é publicamente apresentado.

 

As orientações do Governo foram integralmente cumpridas!

 

Minhas Senhoras e Meus Senhores

 

O projecto que a EMEF tem para as instalações adquiridas não é, como aliás não poderia ser, uma qualquer espécie de teimosia. Antes é um projecto que se insere numa estratégia integrada que temos para a EMEF e que ficou patente no Plano Estratégico apresentado em Março de 2006 no Entroncamento.

 

Permitam-me que recorde os objectivos em que assenta este Plano Estratégico:

  • Estratégia de valorização de capacidade tecnológica nacional para acrescentar valor transferível para os clientes;
  • Estratégia de adaptação aos novos desafios que a Alta Velocidade e os sistemas ferroviários ligeiros inevitavelmente colocam à EMEF;
  • Estratégia de parcerias de entidades públicas e privadas para conseguir criar valor para as empresas situadas em Portugal; e
  • Estratégia de consolidação e criação de competência técnicas Nacionais valorizando os recursos humanos conjugando experiência e inovação.

Este plano demonstra a determinação do Governo em assegurar a capacidade produtiva e tecnológica de qualidade ao nível da manutenção e montagem de material circulante, no quadro de um sector empresarial do Estado eficiente.

 

Ao fazer a apresentação das Orientações Estratégicas para o Sector Ferroviário, em 28 de Outubro do ano passado, o Governo estabeleceu como objectivo estratégico no âmbito da produção, manutenção e inovação, que a EMEF se preparasse para responder aos desafios da qualidade e da sustentabilidade a prazo.

 

Para a concretização deste objectivo definimos à EMEF duas acções que se afiguram como absolutamente prioritárias:

  • Em primeiro lugar, potenciar novos negócios, face ao desenvolvimento de novas soluções de transporte, e novas capacidades industriais através da necessária transferência de Know-how tecnológico e sua incorporação em actividades de reabilitação ou de produção de componentes; e
  • Em segundo lugar, potenciar novos mercados, incrementando as suas capacidades não só no mercado nacional, mas aproveitando oportunidades de exportação.

Esta referência às Orientações Estratégicas para o Sector Ferroviário, nesta data e neste local, e depois do que já ouvimos na intervenção do Presidente Executivo da EMEF, tem como propósito salientar que aquelas Orientações estão a ser implementadas, também nesta vertente da actividade industrial ferroviária e que os resultados que o Governo definiu como objectivo serão uma realidade a curto/médio prazo.

 

Ao investir nas capacidades dos nossos Técnicos e da nossa Indústria, apostando na ferrovia como sistema de futuro e somando-lhe muita ambição, estão criadas as condições para o desenvolvimento do Projecto que hoje começa a ser construído nestas instalações, que prevê a manutenção de uma actividade ferroviária relevante neste espaço com tradições muito fortes no sector.

 

O Governo acreditou e envolveu-se.

 

A Autarquia da Amadora e, em particular o seu Presidente, apoiaram a ideia e contribuíram para a formatação que hoje se apresenta e que, também ela, representa uma aposta clarividente na fixação de actividade económica relevante no local.

 

A CP e a sua participada EMEF deram ao Projecto forma, consistência e credibilidade.

 

Importa agora concretizar com sucesso a ideia, mobilizando as capacidades da EMEF e buscando a criação de valor, quer para consumo interno no Sector Ferroviário Nacional, quer para exportação, contribuindo de forma objectiva para a internacionalização da nossa economia e para o incremento das nossas exportações.

 

Uma palavra especial para a actividade que aqui se perspectiva desenvolver em termos de Inovação e Desenvolvimento aplicados, que considero fundamental para a diferenciação positiva que tal poderá representar para o sucesso desta instalação e das soluções e equipamentos aqui concebidos e produzidos.

 

Áreas como a engenharia estrutural, a electrónica ou o interiorismo, são áreas de intervenção que se justificam face aos novos desafios colocados pela revitalização do sector e das tendências de liberalização que se vêm afirmando, com consequências relevantes na procura de material circulante, em particular para o transporte de mercadorias.

 

A EMEF não pode ficar alheia a estas tendências e solicitações do mercado e, se mais não houvesse, teria de estar disponível e empenhada no redimensionamento do parque de material circulante da CP, nomeadamente na reabilitação e construção de vagões para aquele tipo de transporte.

 

Minhas Senhoras e meus Senhores

 

O Projecto, hoje apresentado, responde aos desafios de modernidade que o Governo colocou à CP e à EMEF.

 

Cabe naturalmente ao Governo definir o rumo. Tornar tão previsível quanto possível o futuro, garantir as condições integradas para o sucesso dos projectos.

 

Mas cabe a todos e a cada um aproveitar as oportunidades, definir os meios e atingir os fins.

 

Sabemos que a CP e a EMEF acreditam no Projecto e que têm as competências e capacidades necessárias para a sua concretização.

O Governo está absolutamente convencido disso.

 

Estamos hoje, por isso, a iniciar um processo que só pode ser um caso de sucesso.

Mãos à obra!

 


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r, em 07.11.08 às 12:36link do post | favorito

Após mais de 40 anos de discussão parece que é desta que a CRIL vai avançar...  não vai, já está a avançar...

 

Quando existem obras públicos desta envergadura é natural e normal que  algumas pessoas estejam contra, por vários e diversos motivos.

 

O que não é normal, nem saudável é criticar por criticar, inventar, denegrir e desescredibilizar.

 

Parece óbvio, para todos, que a conclusão da CRIL é vital para esta zona da grande área metropolitana de Lisboa, vai descongestionar uma série de vias de comunicação e vai melhorar a qualidade urbana por onde vai passar... Como diz um amigo meu , " para a Amadora, esta obra é um pequeno Polis..." sou obrigado a concordar!!!

 

E porquê, perguntarão os mais cépticos???? Para mim a resposta está nas fotografias que se seguem:

 

NÓ DA DAMAIA (FUTURO)

 

NÓ DAS PORTAS DE BENFICA (FUTURO)

 

 

NÓ DE PEDRALVAS E NÓ DE ALFORNELOS (FUTURO)

 

 

PARA MELHOR VISUALIZAR AS MUDANÇAS: http://www.estradasdeportugal.pt/site/v3/?id_pagina=B5791AB7-E83A-4136-8558-19948CA777C5&id_pasta=6A873DCB-D251-4950-8A7F-E9CA266D65B6&grupo=3

 


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r, em 30.09.08 às 15:11link do post | favorito
 
Mais de metade, num total de 19, dos bairros degradados da Amadora foram extintos entre 1994 e 2006, refere o Relatório do Estado do Ordenamento do Território (REOT) do município.

 

 
 
Elaborado por uma equipa de técnicos da autarquia, com o apoio da Universidade Nova de Lisboa, o documento, que está integrado na avaliação do Plano Director Municipal (PDM), é o primeiro REOT municipal a ser divulgado publicamente, incluindo um balanço da gestão e da transformação do solo concelhio durante aquele período.
 

No que respeita à base produtiva do concelho, as conclusões apontam para um aumento do número de estabelecimentos em 87 por cento e o crescimento do emprego em 46 por cento, destacando uma "situação emergente favorável no domínio dos serviços intensivos em informação e conhecimento".

 

O relatório reconhece, no entanto, que o incremento do emprego se verificou nos ramos que absorvem mão-de-obra menos qualificada, permitindo que se mantenha um desemprego de longa duração.

 

Entre as debilidades, regista-se também que um quarto da população residente com mais de quinze anos depende do sistema de protecção social.

 

O envelhecimento da população, a insuficiência de equipamentos para idosos e creches e a prevalência de um modelo de uso do território "dominantemente habitacional" são, por outro lado, características do concelho que afectam a qualidade de vida dos cidadãos.

 

Apesar dos pontos negativos, o número de espaços verdes por habitante duplicou entre 1994 e 2006, a rede viária construída e beneficiada foi estendida de 256 para 365 quilómetros e a taxa de escolarização no ensino público primário subiu de 86 para 93 por cento.

 

Para o presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo, o documento acaba por subscrever a meta da autarquia na revisão do PDM, cuja filosofia "não é a de aumentar a construção".

 

"Falta agora constituir as equipas, mas creio que este ano ainda conseguimos lançar as bases para a revisão", adiantou à Lusa o autarca, destacando a extensão da rede viária como um dos principais pontos positivos do REOT.

 

"Quando se fez o PDM, nem havia como objectivo ter o Metropolitano, portanto, em alguns aspectos conseguimos ultrapassar os objectivos, o que eleva agora o nosso padrão de resposta", afirmou.

 

Joaquim Raposo lamentou, no entanto, que ainda permaneçam alguns bairros degradados no município, embora tenham sido já eliminados 19 dos 35 bairros identificados em 1993, quando se preparava o PDM.

 

Na altura, havia registo de 4.855 barracas, ocupadas por 21.362 pessoas. Em Outubro de 2006, 4.443 agregados familiares tinham a sua situação habitacional resolvida.

 

Apesar da evolução, constam do REOT a "ausência de políticas de intervenção no parque habitacional privado", a "incerteza na continuidade dos programas de realojamento" - devido às dificuldades financeiras, e a desocupação de alguns fogos, o que resulta na sua degradação.

 

Por seu turno, o secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades, João Ferrão, considera que o Relatório da Amadora marca uma "nova forma de prestar contas" que deveria ser seguida por todos os municípios.

 

Lembrando que o REOT nacional será apresentado à Assembleia da República no próximo Verão, o responsável apelou à colaboração das autarquias no estudo dos seus concelhos, uma vez que têm "capacidade técnica para tal".

 

"A Amadora entrou numa espiral de exigência que não tem recuo", conclui João Ferrão, durante a sessão de apresentação.

(lusa)

 

Escrevo eu: Nem tudo são rosas na Amadora, mas honra seja feita, de facto a Amadora melhorou substâncialmente nos últimos 12 anos....

 


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r, em 13.08.08 às 16:43link do post | favorito

O Metropolitano de Lisboa vai ganhar 4 milhões de novos passageiros por ano, graças à extensão da linha entre a Amadora-Este e a Reboleira.

 

 

O contrato de empreitada para este prolongamento, que se traduz na construção de 579 metros de linha, foi assinado esta quarta-feira, com a obra a ser assegurada pelo consórcio formado pela Zagope, Soares da Costa, Teixeira Duarte e Tâmega.

 

Com um investimento estimado em 58 milhões de euros, a nova estação da Reboleira deverá iniciar actividade no primeiro semestre de 2011, período a partir do qual passará a haver uma ligação entre a linha azul do metro e a linha de Sintra da Refer, há muito aguardada.

 

Segundo a secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, que esteve presente na cerimónia, este prolongamento resolve «uma das maiores incoerências técnicas» da região metropolitana de Lisboa, que era a incapacidade de ligar o metro da linha azul (com a actual paragem terminal em Amadora-Este) ao comboio de Sintra «devido a uma falha de 200 e tal metros».

Sobre as acusações de que a obra poderá prejudicar o tráfego nos comboios da CP, Ana Paula Vitorino disse discordar, até porque «os sistemas de transporte público não existem para as empresas de transporte, mas para melhorarem a qualidade de vida dos cidadãos».

Aos jornalistas, a responsável pela pasta dos Transportes assegurou que a chegada do metropolitano à Reboleira trará globalmente mais utilizadores de transportes públicos e acabará por «resolver uma incoerência».

«Não fazemos 200 e tal metros porque prejudica a CP. Não é verdade. Ao melhorarmos o sistema global, estamos a melhorar o número de clientes de todo o sistema de transportes», acrescentou.

o metro no futuro

Quando os trabalhos estiverem concluídos, passará a ser possível a um passageiro realizar o percurso entre a Reboleira e o Marquês de Pombal em 19,5 minutos e entre a nova estação e Santa Apolónia em 27 minutos.

 

A obra é mais uma incluída no projecto de rede futura do Metropolitano de Lisboa, que terá 57 estações e 45,2 quilómetros de linhas.

 

Face à estrutura actual, e além da nova paragem da Reboleira na linha azul, está prevista a já anunciada ligação da rede vermelha à amarela, através do Saldanha, e da azul, através de São Sebastião. Nesta direcção, a Linha do Oriente terá ainda uma paragem em Campolide e, a seguir ao Oriente, as estações de Moscavide, Encarnação e Aeroporto (na Portela).

 

Na linha amarela, o acrescento será entre o Rato e a Estrela.

 


 

 

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r, em 12.08.08 às 10:05link do post | favorito

Realiza-se (amanhã) dia 13 de Agosto, pelas 11H30, na Estação de Metro Amadora-Este (átrio principal),  a Cerimónia de Assinatura do Contrato da Empreitada ML 671/07 - "Concepção/Construção dos Toscos do Prolongamento entre a Estação Amadora-Este e a Estação Reboleira, da Linha Azul do Metropolitano de Lisboa".

 
Programa:
 
11H30 – Abertura; 
- Intervenção do Senhor Presidente do Metropolitano de Lisboa, Eng.º Joaquim Reis;
             -Assinatura do Contrato da Empreitada ML 671/07 - "Concepção/Construção dos Toscos do Prolongamento entre a Estação Amadora-Este e a Estação Reboleira, da Linha Azul do Metropolitano de Lisboa" a celebrar entre o Metropolitano de Lisboa e o consórcio formado pela “Soares da Costa”, “Zagope”, “Teixeira Duarte” e a “Construtora do Tâmega”;
             - Intervenção do Senhor Presidente da Câmara Municipal da Amadora, Joaquim Moreira Raposo;
            - Intervenção da Senhora Secretária de Estado dos Transportes, Eng.ª Ana Paula Vitorino;
 
            - Encerramento.

 


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