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r, em 30.09.08 às 15:11link do post | favorito
 
Mais de metade, num total de 19, dos bairros degradados da Amadora foram extintos entre 1994 e 2006, refere o Relatório do Estado do Ordenamento do Território (REOT) do município.

 

 
 
Elaborado por uma equipa de técnicos da autarquia, com o apoio da Universidade Nova de Lisboa, o documento, que está integrado na avaliação do Plano Director Municipal (PDM), é o primeiro REOT municipal a ser divulgado publicamente, incluindo um balanço da gestão e da transformação do solo concelhio durante aquele período.
 

No que respeita à base produtiva do concelho, as conclusões apontam para um aumento do número de estabelecimentos em 87 por cento e o crescimento do emprego em 46 por cento, destacando uma "situação emergente favorável no domínio dos serviços intensivos em informação e conhecimento".

 

O relatório reconhece, no entanto, que o incremento do emprego se verificou nos ramos que absorvem mão-de-obra menos qualificada, permitindo que se mantenha um desemprego de longa duração.

 

Entre as debilidades, regista-se também que um quarto da população residente com mais de quinze anos depende do sistema de protecção social.

 

O envelhecimento da população, a insuficiência de equipamentos para idosos e creches e a prevalência de um modelo de uso do território "dominantemente habitacional" são, por outro lado, características do concelho que afectam a qualidade de vida dos cidadãos.

 

Apesar dos pontos negativos, o número de espaços verdes por habitante duplicou entre 1994 e 2006, a rede viária construída e beneficiada foi estendida de 256 para 365 quilómetros e a taxa de escolarização no ensino público primário subiu de 86 para 93 por cento.

 

Para o presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo, o documento acaba por subscrever a meta da autarquia na revisão do PDM, cuja filosofia "não é a de aumentar a construção".

 

"Falta agora constituir as equipas, mas creio que este ano ainda conseguimos lançar as bases para a revisão", adiantou à Lusa o autarca, destacando a extensão da rede viária como um dos principais pontos positivos do REOT.

 

"Quando se fez o PDM, nem havia como objectivo ter o Metropolitano, portanto, em alguns aspectos conseguimos ultrapassar os objectivos, o que eleva agora o nosso padrão de resposta", afirmou.

 

Joaquim Raposo lamentou, no entanto, que ainda permaneçam alguns bairros degradados no município, embora tenham sido já eliminados 19 dos 35 bairros identificados em 1993, quando se preparava o PDM.

 

Na altura, havia registo de 4.855 barracas, ocupadas por 21.362 pessoas. Em Outubro de 2006, 4.443 agregados familiares tinham a sua situação habitacional resolvida.

 

Apesar da evolução, constam do REOT a "ausência de políticas de intervenção no parque habitacional privado", a "incerteza na continuidade dos programas de realojamento" - devido às dificuldades financeiras, e a desocupação de alguns fogos, o que resulta na sua degradação.

 

Por seu turno, o secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades, João Ferrão, considera que o Relatório da Amadora marca uma "nova forma de prestar contas" que deveria ser seguida por todos os municípios.

 

Lembrando que o REOT nacional será apresentado à Assembleia da República no próximo Verão, o responsável apelou à colaboração das autarquias no estudo dos seus concelhos, uma vez que têm "capacidade técnica para tal".

 

"A Amadora entrou numa espiral de exigência que não tem recuo", conclui João Ferrão, durante a sessão de apresentação.

(lusa)

 

Escrevo eu: Nem tudo são rosas na Amadora, mas honra seja feita, de facto a Amadora melhorou substâncialmente nos últimos 12 anos....

 


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r, em 15.07.08 às 14:18link do post | favorito

 

O jornal Destak, na edição de hoje publica um “estudo” realizado no âmbito de um inquérito on-line da página Guia de Portugal – Maior Rede Digital de Municipios, realizado pela Municipia SA, no qual é perguntado como avalia a actuação da sua Câmara Municipal no geral e depois em particular num conjunto de medidas, a saber: Indicador de desenvolvimento Municipal; Potencial Demográfico; Serviços de apoio à população; Ambiente e qualidade de vida; Dinamismo económico; Capacidade de influenciar o exterior; Cidadania e Finanças locais.
 
Este inquérito, que serviu de guia ao Jornal Destak, está on-line desde Fevereiro de 2006, e no que respeita à Amadora, conta com 136 votos (grande amostra).
 
A Amadora está colocada no último lugar. E o jornal Destak, aproveitou isso para escrever o artigo e dizer em título que a Amadora é o Município menos desenvolvido do País e colocar uma chamada de 1ª página. Lamentável!!!!! Como é possível uma “Pseudo”jornalista chamar um estudo a uma coisa destas????
 
Então um inquérito on-line, votado por meia dúzia de pessoas ( isto excluindo a possibilidade de a mesma pessoa votar inúmeras vezes) serve para uma avaliação desta natureza?????? E suportar um artigo destes num jornal?????
 
NÃO!!!!!! Só mostra uma total falta de imparcialidade, de rigor jornalístico, de investigação séria e credível…. É a informação que temos ou a falta dela!!! Só falta perguntar a quem serve este fato e quem foi o alfaiate??????????
 
Peço a todos os leitores deste blog, seus amigos, familiares, vizinhos, que sejam ou conheçam a Amadora, que acedam ao referido inquérito e votem no Município da Amadora, nos diversos itens de forma livre e séria …pois, enquanto Amadorense considero que os resultados estão muito longe de expressar a realidade do Município da Amadora nos dias de hoje.
 
Não sei porquê mas parece que alguém quer que se continue a estigmatizar a Amadora, quando não há razões para isso…. A Amadora não é mais nem menos, nem melhor nem pior que a generalidade dos Municípios Portugueses.
 
Para consulta e votação:
 

 

http://www.guiadeportugal.pt

 

 

http://www.destak.pt/docs/597/lisboafinal.pdf


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r, em 26.05.08 às 11:22link do post | favorito

A CDU da Amadora está preocupada com a "escassez" da informação dada pelo Governo acerca do processo de requalificação do bairro da Cova da Moura, um projecto que os comunistas acreditam viver agora "muita indefinição".

 

O Alto da Cova da Moura, com mais de 6.000 habitantes, é uma das três zonas contempladas pelo programa de reabilitação e reinserção urbanas "Bairros Críticos", lançado em 2006 pelo governo e desenvolvido por oito ministérios, autarquias, organizações e populações locais.

 

Nos últimos meses, o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) tem estado a levantar as condições habitacionais dos mais de 1.200 fogos ilegais do bairro, o que viabilizará a abertura do concurso para o Plano de Pormenor da zona.

 

A comissão concelhia da CDU teme, no entanto, que os trabalhos não estejam a avançar dentro dos prazos previstos, até porque considera que a informação avançada pela comissão geral de acompanhamento do processo não tem sido esclarecedora.

 

"As coisas parecem estar num impasse, a informação é relativamente escassa, até sobre a fase em que se está. Retoma-se estudos anteriores, mas em termos substanciais vê-se pouco no terreno", disse hoje à Lusa o vereador da CDU na Câmara da Amadora, João Bernardino, após uma visita ao bairro com responsáveis da Associação de Solidariedade Social local e da Comissão de Moradores.

 

"Preocupa-nos que a situação se vá arrastando sem uma solução mais célere e que se mantenha a tendência para usar o nome e as esperanças da Cova da Moura sem materializar uma reconversão que seria essencial para requalificar a própria vida das pessoas", acrescentou.

 

João Bernardino lamentou também que os habitantes e as associações estejam a ser ouvidos de forma "ténue" e com base em "repetições", o que reforçará a ideia de que a requalificação está sustentada em "muita indefinição".

 

O responsável irá, por isso, confrontar o executivo camarário com "os atrasos" e levantar a questão em Assembleia Municipal, apelando à necessidade de haver uma calendarização concreta da recuperação da Cova da Moura e de serem disponibilizados mais recursos humanos.

 

(lusa)

 

Escrevo Eu: há coisas fantásticas, não há???? isto de estarem à porta eleições autárquicas desperta preocupações... é pena que há uma dezena de anos atrás, esta mesma coligação, não tenha incluído a Cova da Moura no PER (Plano Especial de Realojamento), podia ser que se o tivessem feito hoje a Cova da Moura fosse um pouco diferente...

 

 

 


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r, em 05.05.08 às 18:44link do post | favorito

No âmbito das celebrações da Semana da Europa, a Câmara Municipal da Amadora organiza de 6 a 8 de Maio um ciclo de conferências no Auditório Municipal (Edifício dos Paços do Concelho).

No dia 6, às 18.00h, tem lugar a palestra “Novos desafios para a Europa”; o dia 7, às 18.00h, está reservado para o “Ano Europeu para o Diálogo Intercultural”, e no dia seguinte (8 de Maio), também pelas 18.00h, tem lugar a conferência “A Problemática das Alterações Climáticas”.

Para comemorar o Dia da Europa (9 de Maio), o Grande Auditório da Academia Militar apresenta pelas 21.00h um Concerto Comemorativo daquela efeméride, pela Banda Sinfónica do Exército, iniciativa que conta com a organização conjunta da Câmara Municipal da Amadora, da Academia Militar (Amadora) e da Banda Sinfónica do Exército.

No dia 9 de Maio de 1950, foi apresentada uma proposta de criação de uma Europa organizada por Robert Schuman, que ficou conhecida como "Declaração Schuman".

Este dia marca o começo da actual União Europeia e foi por esse motivo que na Cimeira de Milão de 1995, o dia 9 de Maio foi adoptado como o Dia da Europa.

Programa do Concerto Comemorativo do Dia da Europa

I
Wilhem Tell                                     Abertura                          Rossini
Rosas de Maio                               Suite de Valsa                 SAJ Benjamim Rodrigues
Cavalgada das Valquírias              Ópera                              R. Wagner

II
Vésperas Sicilianas                        Abertura da ópera          J. Verdi
2.ª Rapsódia Húngara                     Rapsódia                         F. Liszt
South Rampart Street Parade         Jazz                                 Ray Bauduc e Bob Haggart

Direcção: Maestro Capitão Manuel Joaquim Ferreira da Costa

PROGRAMA:

http://www.cm-amadora.pt/files/2/documentos/20080502121833328081.pdf

(CMA)



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r, em 17.04.08 às 12:16link do post | favorito

No próximo dia  21 de Abril, realiza-se pelas 14.30 horas, no Pavilhão Desportivo da Escola Secundária Seomara da Costa Primo, a V Assembleia Municipal Jovem da Amadora, uma iniciativa conjunta da Assembleia Municipal e da Câmara Municipal da Amadora.

A Assembleia Municipal Jovem da Amadora tem como objectivo principal permitir aos jovens estudantes do Município uma abordagem acerca do poder local e da educação para a cidadania de uma forma interactiva, impulsionando a relação existente entre a dinâmica escolar e a actividade das autarquias.

Esta iniciativa tem ainda por objectivo facultar aos mais jovens a oportunidade de debaterem alguns problemas que afectam a sua vida quotidiana, inseridos num contexto democrático, apenas possibilitado pelo 25 de Abril de 1974, cuja história e importância é ainda pouco conhecida por muitos deles.

Cerca de 120 alunos de 11 escolas do Município irão participar numa sessão – baseada no modelo da Assembleia Municipal – onde serão apresentadas, discutidas e votadas propostas sobre temas tão diversos como a gravidez na adolescência, os comportamentos de risco, os jovens portadores de deficiência e a insegurança nas ruas e nas escolas, entre outros.


Entrada livre

Escola Secundária Seomara da Costa Primo
R. Elias Garcia, 329
Telefone: 21 498 59 90
Fax: 21 498 59 99

 


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r, em 12.03.08 às 14:04link do post | favorito
No passado dia 7 de Março houve eleições internas do Partido Socialista da Amadora, para eleger a nova Comissão Política Concelhia, Secretariado das Secções da Amadora, Alfragide, Brandoa, Buraca e Damaia e respectivas Mesas da Assembleia Geral.
 
Para a Comissão Política Concelhia foram a votos duas candidaturas, uma de Carla Tavares - recandidatura, sob o lema “PELO PS E PELA CIDADE”, tendo como oponente Guilherme Guimarães.
 
Os resultados para a Comissão Política Concelhia foram os seguintes: LISTA A – CARLA TAVARES – obteve 72% dos votos, enquanto a LISTA B – GUILHERME GUIMARÃES – obteve 28 % dos votos.
 
Em termos de mandatos para a Comissão Política Concelhia, a LISTA A elege 40 comissários, enquanto a LISTA B elege apenas 15.
 
Para a Secção da Amadora candidataram-se António Moreira e Manuela Jardim, vencendo António Moreira, de forma clara e inequívoca, com 86 % dos votos contra 14% de Manuela Jardim.
 
No que respeita à Secção de Alfragide havia apenas uma candidatura, sendo eleito Coordenador da Secção Nuno Mendes.
 
Para a Secção da Brandoa, com lista única, foi reeleito Armando Paulino.
 
Na Secção da Buraca, também com lista única, foi eleito Jaime Garcia.
 
Para a secção da Damaia foi eleita Lurdes Ferreira, sem lista contrária.
 
 
 
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r, em 22.02.08 às 17:54link do post | favorito
A comunicação social Portuguesa é de facto paradigmática…. São sempre tão solícitos a falar mal da AMADORA, quando acontece algum problema, seja ele de que índole for.
 
Aliás, se existe um grande responsável pelo estigma negativo que ainda paira sobre a Amadora, a culpa é , em grande parte, da nossa “belíssima” Comunicação Social.
 
No entanto, e no que respeita ao assunto identificado em epígrafe, nada disse. Porque será????
 
Será que na Amadora não choveu tanto como em Lisboa, Odivelas, Loures ou Oeiras???? É que a Amadora fica precisamente no centro/meio destas autarquias!!!!
 
A resposta é simples. não escreveram uma linha porque na Amadora, devido ao bom trabalho desenvolvido pela Câmara Municipal,  (importa referir que os Munícipes sabem desde quando é que deixou de haver inundações na Amadora) através da limpeza de sarjetas, linhas de água, ruas, etc.. não se verificaram nenhuns problemas… e isso não interessa referenciar, o que interessa à comunicação social é noticiar quando existe “sangue”, o que, felizmente na Amadora não aconteceu.
 
Como nenhum órgão de Comunicação Social escreveu sequer que na “Amadora não houve registos de incidentes”, escrevo eu, vale o que vale mas fica o registo.
 
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r, em 28.01.08 às 15:01link do post | favorito

Notícia do Jornal de Notícias...

 

EU COMENTO O ARTIGO NO FIM....

 

Os comerciantes do Mercado da Falagueira, Amadora, queixam-se de quebras nas vendas desde que, em Junho de 2006, a feira ambulante foi transferida do local onde se encontrava há mais de 20 anos, para a estrada dos Salgados, Brandoa.

Já recolheram mais de 400 assinaturas num abaixo-assinado onde apelam ao regresso dos vendedores ambulantes ao mercado da Falagueira que será entregue à Câmara da Amadora na próxima reunião pública (quarta-feira).

"Desde que terminaram com a venda ambulante tenho tido quebras nas vendas na ordem dos 50%", queixa-se Vítor Santos, vendedor de peixe. Há sete meses que a autarquia procedeu à transferência dos feirantes que dispunham de um terreno ao lado do mercado da Falagueira, para a estrada dos Salgados, na Brandoa.

 "Com a feira vinham pessoas de várias zonas, da Amadora e de outros concelhos. Agora, isto já não tem nenhum atractivo", lamenta Deolinda Silva, uma das comerciantes que estará presente na reunião de quarta-feira, onde será entregue o abaixo-assinado. "As bancadas vão ficando vazias porque as pessoas não conseguem fazer face às despesas.

A Câmara tem que criar um incentivo para que as pessoas venham aqui fazer as suas compras", acrescenta ainda Deolinda Silva. Os frequentadores do mercado também sentem a falta dos vendedores ambulantes. "Isto é uma miséria. Assim as pessoas preferem ir aos supermercados fazer compras", afirma Dora Fonseca.

Já para António Carlota, um outro comprador, "a feira era útil mas tinha que ser reorganizada. Era muita a confusão e provocava incómodos às pessoas que aqui moravam".

 Ontem, a comissão concelhia do PCP esteve no local a ouvir as queixas dos comerciantes. "Vamos entregar uma proposta ao Executivo para que se construa um mercado de raiz, aproveitando os terrenos contíguos, para possa vir a ser integrada a feira ambulante", disse João Bernardino, vereador do PCP na Câmara.

ESCREVO EU:   AO QUE CHEGA A DEMAGOGIA E A LUTA POLÍTICA DESMEDIDA, SEM RAZÃO DE SER E APROVEITADORA DA FRAQUEZA DAS PESSOAS…
 
ENTÃO O PCP QUER  QUE A VENDA AMBULANTE VOLTE PARA JUNTO DO MERCADO DA FALAGUEIRA, PARA UM LOCAL ONDE NÃO EXISTEM AS MÍNIMAS CONDIÇÕES PARA A VENDA, NO MEIO DOS PRÉDIOS DE HABITAÇÃO, NUM TERRENO PRIVADO??????
 
É VERGONHOSO!!!!!! TENDO SIDO ELES, NA SUA GESTÃO CAMARÁRIA QUE OS LÁ COLOCARAM,  PORQUE NÃO ARRANJARAM UM ESPAÇO EM CONDIÇÕES???? NUNCA LÁ FIZEREM NADA DE JEITO E VÊM AGORA, TAL CORDEIRINHOS, DIZEREM-SE PREOCUPADOS COM OS VENDEDORES DO MERCADO E COM OS DA VENDA AMBULANTE????? É PRECISO TER MUITA LATA E NÃO SE PERTUBAREM EM USAR AS PESSOAS PARA FINS EXCLUSIVAMENTE POLÍTICOS!!!!! HAJA VERGONHA!!!!!
  
 
 
 
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