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r, em 10.03.09 às 13:32link do post | favorito

Empresas de limpezas e organização de eventos e um laboratório de análise microbiológica são alguns dos 21 projectos seleccionados pelo ‘Amadora Empreende’, um programa de apoio a munícipes jovens ou socialmente vulneráveis, cujos resultados serão hoje apresentados.

Lançado em Fevereiro de 2008 pela Câmara da Amadora, em parceria com o Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) e a Fundação Calouste Gulbenkian, o plano visava potenciar a emancipação económica de pessoas dinâmicas mas com dificuldade de aceder a um emprego. As 21 ideias que chegaram à final são da autoria de jovens munícipes carenciados ou integrados nos grupos identificados como mais vulneráveis. Os que não passaram à fase seguinte foram reencaminhados para outros serviços da Câmara.

 

CANDIDATURAS: 219

No total foram apresentadas 219 candidaturas de jovens empreendedores do município.

 

 

(correio da manhã 10 Mar. 09)


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r, em 06.03.09 às 16:59link do post | favorito

Programa municipal de apoio ao empreendedorismo recebeu 219 candidaturas

Na sequência do lançamento do Programa Municipal de Empreendedorismo Municipal
Amadora EMPREENDE, um projecto pioneiro em Portugal, foram aprovadas 21 ideias de negócio, que começarão agora a percorrer o seu caminho.

Durante as fases de candidatura, foram apresentados 219 projectos, dos quais 80 correspondentes ao Projecto Quick e 139 ao Quem não Arrisca não Petisca, o que demonstra bem o sucesso desta iniciativa. Não só, comprova igualmente a apetência empreendedora dos amadorenses, contrariando a ideia de que nada se faz sem um subsídio.

No próximo dia 10 de Março, será feita a apresentação à imprensa e ao mercado dos 21 projectos seleccionados, bem como o lançamento da 2.ª edição do projecto Amadora EMPREENDE para 2009.


Os apoios
Destes 21 projectos, dois apenas beneficiaram da formação necessária, pelo que se tornaram autónomos na criação da própria empresa, quatro irão ser apoiados através da cedência de lojas, nove através da cedência de espaços autónomos na Incubadora Quick (com mobiliário, equipamento informático próprio em sala comum a outras iniciativas, e que inclui manutenção, encargos gerais das instalações, acesso Internet gratuito, utilização de apoio logístico comum, com aceso a fotocopiadora, fax, scanner e telefone fixo) e quatro através do apoio financeiro de € 2 500 atribuídos pelo Dolce Vita Tejo. Existem ainda dois projectos que apenas necessitam da obtenção de formação e coaching, pelo que não lhes foi atribuído nenhum dos apoios acima referidos.

Os negócios que estão prestes a arrancar dedicam-se a áreas tão distintas como a organização de eventos, a análise microbiológica alimentar, arquitectura, comunicação empresarial, limpezas industriais, contabilidade, entre outros.

Actualmente, os projectos seleccionados encontram-se em fase de desenvolvimento e implementação, beneficiando, todos eles, de apoio especializado, formação, sessões individuais de coaching, promovidas pelo Centro de Empreendedorismo AUDAX/ISCTE e participação em actividades promocionais do Amadora EMPREENDE.


O projecto
Amadora EMPREENDE é projecto pioneiro em Portugal

O Programa Municipal de Empreendedorismo Municipal Amadora EMPREENDE, um projecto pioneiro em Portugal, tem como objectivos principais identificar, junto da população jovem e de pessoas em situação de vulnerabilidade social da Amadora, iniciativas individuais de empreendedorismo, facultando-lhes as condições necessárias de desenvolvimento de uma ideia de negócio.

Com dois pontos de actuação distintos, a Incubadora Quick (dirigido a jovens entre os 18 e os 30 anos), e o Quem não Arrisca não Petisca (dirigido a pessoas em situação de vulnerabilidade social – mulheres, deficientes, imigrantes e reclusos e ex-reclusos), este pretende ser um programa de apoio selectivo, de forma a possibilitar a criação de um sistema não paternalista, mas que consiga dar força a projectos que muitas vezes não são expostos, por falta de apoios ao nível do desenvolvimento de ideias, procura de apoios financeiros, etc.
A Incubadora Quick arrancou oficialmente no dia 28 de Fevereiro, enquanto que o Quem não Arrisca não Petisca foi lançado em Abril também deste ano.


Parcerias estratégicas são condição essencial de sucesso
Como forma de potenciar este projecto pioneiro, a CMA assinou um protocolo com o ISCTE (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa) – que dispõe de uma unidade especializada na promoção do empreendedorismo, o AUDAX, e que conduziu o diagnóstico das candidaturas, as entrevistas, a formação necessária e o apoio na procura de investimentos – e a Fundação Calouste Gulbenkian, instituição com grande reputação ao nível do trabalho social, sendo disso exemplo a parceria com a CMA no Projecto Geração (em desenvolvimento no bairro de realojamento do Casal da Boba).


PROGRAMA
Apresentação à imprensa e ao mercado dos empreendedores Amadora EMPREENDE 2008


15h00 – Boas vindas
15h05 -  Assinatura da adenda ao protocolo CMA, ISCTE, FCG, Dolce Vita
15h10 – Intervenções institucionais
15h45 – Apresentação dos resultados do programa em 2008 e lançamento para 2009
16h00 – Apresentação das empresas e projectos de negócio Amadora EMPREENDE
16h45 – Fim


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r, em 03.02.09 às 15:36link do post | favorito
 Notícia publicada no Jornal de Negócios ontem, 2 Fev.2009

 

Novo projecto vai integrar cerca de 100 pessoasAs novas instalações da Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário (EMEF), na Amadora, um investimento de 6,5 milhões de euros, estarão a funcionar dentro de um ano e meio, disse esta sexta-feira a secretária de Estado dos Transportes.
 

 

«Numa primeira fase o investimento previsto são 6,5 milhões de euros», afirmou Ana Paula Vitorino, explicando que, desse valor, totalmente suportado pela EMEF, 6 milhões de euros foram aplicados na compra do terreno, enquanto os restantes 500 mil servirão para «reformular as instalações», que pertenciam à Bombardier, avança a Lusa.

 

A secretária de Estado dos Transportes falava aos jornalistas no final da cerimónia que assinalou a mudança de instalações da EMEF para as antigas oficinas da Bombardier, durante a qual a participada da CP assinou protocolos de colaboração tecnológica com os fabricantes de material ferroviário Siemens, Alstom e Bombardier.

Na ocasião foram apresentados os dois projectos que serão desenvolvidos na Amadora: o centro de reparação de rotáveis e o Pólo de Excelência Ferroviária.

 

Deverá estar a funcionar dentro de um ano e meio

 

O primeiro projecto visa inovar e melhorar os actuais processos de reparação da EMEF, enquanto o segundo tem como objectivo transformar a Unidade de Inovação e tecnologia Ferroviária (UITF) «numa referência nacional na realização de projectos de I&D (Investigação e Desenvolviment)», através de parcerias com universidades e fabricantes de material ferroviário.

 

Ana Paula Vitorino referiu que os projectos anunciados hoje deverão estar a funcionar «em pleno» dentro de um ano e meio.

 

«A sede da EMEF já está a funcionar. Nas próximas semanas já teremos a funcionar o Centro de Inovação e o Centro de Rotáveis vai demorar três a quatro meses», detalhou.

 

A secretária de Estado garantiu tratar-se de «um projecto altamente rentável», desde logo porque vai permitir libertar as empresas do grupo CP dos encargos com rendas dos espaços actualmente utilizados, «com um custo elevado».

 

«Em termos de futuro, há dois tipos de benefícios, não só o benefício directo para a própria empresa, que fica capaz de participar nos grandes projectos, mas também estamos a contribuir para que exista uma qualificação mais elevada dos nossos jovens em termos universitários», sublinhou.

 

Ana Paula Vitorino disse ainda que este projecto contribui para a qualificação dos técnicos portugueses, permitindo a «exportação de know how» (conhecimento), bem como «o aparecimento de outras empresas privadas, com a criação de riqueza e de emprego».

Nas novas instalações, vão trabalhar cerca de 100 pessoas, 70 das quais serão transferidas dos serviços centrais da participada da CP, explicou o presidente da EMEF, Carlos Frazão.

 

«Para já, vêm cerca de 70 dos nossos serviços centrais. Depois, poderão vir mais 30 de nível técnico superior», precisou Carlos Frazão.

 


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r, em 03.02.09 às 15:31link do post | favorito

 

 

Intervenção da Secretária de Estado dos Transportes na sessão de apresentação pública do Centro Tecnológico Ferroviário da Venda Nova, na Amadora

 

 

Senhor Presidente da Câmara Municipal da Amadora,
Senhor Presidente e demais membros do Conselho de Administração da CP,
Senhor Presidente e demais membros do Conselho de Administração da EMEF,
Minhas Senhoras e Meus Senhores,

 

Hoje estamos aqui para dar mais um passo no cumprimento do compromisso do Governo de assegurar, em Portugal, a capacidade produtiva e tecnológica de qualidade ao nível da manutenção e montagem de material circulante, no quadro de um sector empresarial do Estado eficiente.

 

O projecto que hoje apresentamos é o culminar de um trabalho difícil de vários meses, com o objectivo de possibilitar a manutenção da actividade ferroviária num espaço historicamente ligado ao sector, viabilizando o desenvolvimento pela EMEF de actividades de elevado valor acrescentado, permitindo dotá-la de condições para que no futuro próximo se assuma como uma empresa de referência incontornável no sector, a empresa que a ferrovia nacional e o País necessitam.

 

Mas o dia de hoje é apenas o encerramento de um capítulo de uma história que ainda está a ser escrita, de forma sustentada e com grande sentido de responsabilidade.

 

Hoje fico mais convencida que esta é uma história que se perspectiva ter um final feliz, mas que temos todos de ter a consciência da necessidade em manter o empenhamento e a determinação na concretização deste projecto, de forma profissional e rigorosa, para que o esforço até aqui desenvolvido não tenha sido em vão e se atinjam os objectivos e o sucesso que todos pretendemos.

 

Minhas Senhoras e Meus Senhores

 

O processo de aquisição destas instalações tem tido o meu empenhamento pessoal, e tem sido um processo extremamente complexo.

 

Esta complexidade, no entanto, não nos desmotiva nem nos faz hesitar, antes nos estimula porque sempre estivemos empenhados em alcançar um acordo que tenha ganhos evidentes para o sector público empresarial e que garanta de forma inequívoca o interesse público.

 

Quero dizer-vos que considero que o acordo alcançado cumpre estes objectivos. Para além de responder aos desafios que a EMEF tem que enfrentar num futuro muito próximo, também é um acordo que possibilita o desenvolvimento de outros projectos económicos neste local e, consequentemente, o emprego no Concelho da Amadora.

 

Este acordo respeita as orientações que transmiti aquando do início das negociações entre a CP e a Bombardier, que aqui quero recordar:

  • Manter em Portugal capacidade de montagem e construção de material circulante ferroviário;
  • Potenciar a paz social;
  • Aumentar a eficiência do sector empresarial do Estado; e
  • Cumprir, escrupulosamente, o enquadramento legal, comunitário e nacional, no que respeita, nomeadamente, às regras de concorrência e transparência.

No quadro destas orientações, determinei que fossem apresentadas duas alternativas para a reestruturação da EMEF:

  • Uma solução baseada em instalações à data já pertencentes ao estabelecimento ou ao património CP; e
  • Uma outra solução que contemplasse igualmente as instalações da Bombardier na Venda Nova.

Esta última hipótese foi pela CP considerada viável e atractiva do ponto vista da respectiva viabilidade económica e social, tendo-se vindo a trabalhar no sentido de pormenorização de estudos e dos ajustamento considerados adequados e necessárias, e que culminaram no projecto que hoje é publicamente apresentado.

 

As orientações do Governo foram integralmente cumpridas!

 

Minhas Senhoras e Meus Senhores

 

O projecto que a EMEF tem para as instalações adquiridas não é, como aliás não poderia ser, uma qualquer espécie de teimosia. Antes é um projecto que se insere numa estratégia integrada que temos para a EMEF e que ficou patente no Plano Estratégico apresentado em Março de 2006 no Entroncamento.

 

Permitam-me que recorde os objectivos em que assenta este Plano Estratégico:

  • Estratégia de valorização de capacidade tecnológica nacional para acrescentar valor transferível para os clientes;
  • Estratégia de adaptação aos novos desafios que a Alta Velocidade e os sistemas ferroviários ligeiros inevitavelmente colocam à EMEF;
  • Estratégia de parcerias de entidades públicas e privadas para conseguir criar valor para as empresas situadas em Portugal; e
  • Estratégia de consolidação e criação de competência técnicas Nacionais valorizando os recursos humanos conjugando experiência e inovação.

Este plano demonstra a determinação do Governo em assegurar a capacidade produtiva e tecnológica de qualidade ao nível da manutenção e montagem de material circulante, no quadro de um sector empresarial do Estado eficiente.

 

Ao fazer a apresentação das Orientações Estratégicas para o Sector Ferroviário, em 28 de Outubro do ano passado, o Governo estabeleceu como objectivo estratégico no âmbito da produção, manutenção e inovação, que a EMEF se preparasse para responder aos desafios da qualidade e da sustentabilidade a prazo.

 

Para a concretização deste objectivo definimos à EMEF duas acções que se afiguram como absolutamente prioritárias:

  • Em primeiro lugar, potenciar novos negócios, face ao desenvolvimento de novas soluções de transporte, e novas capacidades industriais através da necessária transferência de Know-how tecnológico e sua incorporação em actividades de reabilitação ou de produção de componentes; e
  • Em segundo lugar, potenciar novos mercados, incrementando as suas capacidades não só no mercado nacional, mas aproveitando oportunidades de exportação.

Esta referência às Orientações Estratégicas para o Sector Ferroviário, nesta data e neste local, e depois do que já ouvimos na intervenção do Presidente Executivo da EMEF, tem como propósito salientar que aquelas Orientações estão a ser implementadas, também nesta vertente da actividade industrial ferroviária e que os resultados que o Governo definiu como objectivo serão uma realidade a curto/médio prazo.

 

Ao investir nas capacidades dos nossos Técnicos e da nossa Indústria, apostando na ferrovia como sistema de futuro e somando-lhe muita ambição, estão criadas as condições para o desenvolvimento do Projecto que hoje começa a ser construído nestas instalações, que prevê a manutenção de uma actividade ferroviária relevante neste espaço com tradições muito fortes no sector.

 

O Governo acreditou e envolveu-se.

 

A Autarquia da Amadora e, em particular o seu Presidente, apoiaram a ideia e contribuíram para a formatação que hoje se apresenta e que, também ela, representa uma aposta clarividente na fixação de actividade económica relevante no local.

 

A CP e a sua participada EMEF deram ao Projecto forma, consistência e credibilidade.

 

Importa agora concretizar com sucesso a ideia, mobilizando as capacidades da EMEF e buscando a criação de valor, quer para consumo interno no Sector Ferroviário Nacional, quer para exportação, contribuindo de forma objectiva para a internacionalização da nossa economia e para o incremento das nossas exportações.

 

Uma palavra especial para a actividade que aqui se perspectiva desenvolver em termos de Inovação e Desenvolvimento aplicados, que considero fundamental para a diferenciação positiva que tal poderá representar para o sucesso desta instalação e das soluções e equipamentos aqui concebidos e produzidos.

 

Áreas como a engenharia estrutural, a electrónica ou o interiorismo, são áreas de intervenção que se justificam face aos novos desafios colocados pela revitalização do sector e das tendências de liberalização que se vêm afirmando, com consequências relevantes na procura de material circulante, em particular para o transporte de mercadorias.

 

A EMEF não pode ficar alheia a estas tendências e solicitações do mercado e, se mais não houvesse, teria de estar disponível e empenhada no redimensionamento do parque de material circulante da CP, nomeadamente na reabilitação e construção de vagões para aquele tipo de transporte.

 

Minhas Senhoras e meus Senhores

 

O Projecto, hoje apresentado, responde aos desafios de modernidade que o Governo colocou à CP e à EMEF.

 

Cabe naturalmente ao Governo definir o rumo. Tornar tão previsível quanto possível o futuro, garantir as condições integradas para o sucesso dos projectos.

 

Mas cabe a todos e a cada um aproveitar as oportunidades, definir os meios e atingir os fins.

 

Sabemos que a CP e a EMEF acreditam no Projecto e que têm as competências e capacidades necessárias para a sua concretização.

O Governo está absolutamente convencido disso.

 

Estamos hoje, por isso, a iniciar um processo que só pode ser um caso de sucesso.

Mãos à obra!

 


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r, em 28.01.09 às 14:49link do post | favorito

Dolce Vita Tejo promove 5.000 postos de trabalho, num investimento de 400 milhões de euros.

O Dolce Vita Tejo, na Amadora, será o maior centro comercial da Península Ibérica e prepara-se para ser o investimento privado mais elevado do ano em Portugal na área do retalho, com 400 milhões de euros. É ainda o maior promotor de emprego, criando cinco mil postos de trabalho directos.

http://arodama.blogs.sapo.pt/51104.html

 

 

 

 

 O maior centro comercial do país vai criar 5000 postos de trabalho directos. O Dolce Vita Tejo fica no concelho da Amadora, junto ao IC16, entre a CRIL e a CREL.  

 

A inauguração está prevista para o dia 7 de Maio. Este centro comercial, que começou a ser construído pela Amorim Imobiliária, acabou por ser comprado pelos espanhóis da Chamartín Imobiliária, que agora se prepara para terminar a obra.

Terá mais de 120 mil metros quadrados de área comercial e de serviços. Ficará com 294 lojas e, em anexo, um edifício de escritórios com 15 mil metros quadrados. Será servido por 30 restaurantes e irá dispor de 9000 lugares de estacionamento gratuito.

 

As 11 salas de cinema que integram o empreendimento podem acolher até 3000 espectadores.            

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r, em 13.01.09 às 10:24link do post | favorito

Na sequência do lançamento do Programa Municipal de Empreendedorismo Municipal - Amadora EMPREENDE, um projecto pioneiro em Portugal, foram aprovadas 21 ideias de negócio, que começarão agora a percorrer o seu caminho.

 

Durante as fases de candidatura, foram apresentados 219 projectos, dos quais 80 correspondentes ao Projecto Quick e 139 ao Quem não Arrisca não Petisca.

 

Os apoios
Destes 21 projectos, dois apenas beneficiaram da formação necessária, pelo que se tornaram autónomos na criação da própria empresa, quatro irão ser apoiados através da cedência de lojas, nove através da cedência de “ilhas” autónomas na Incubadora Quick (com mobiliário, equipamento informático próprio em sala comum a outras iniciativas, e que inclui manutenção, encargos gerais das instalações, acesso Internet gratuito, utilização de apoio logístico comum, com aceso a fotocopiadora, fax, scanner e telefone fixo) e quatro através do apoio financeiro de € 2 500 atribuídos pela Chamartín/Dolce Vita. Existem ainda dois projectos que apenas necessitam da obtenção de formação e coaching, pelo que não lhes foi atribuído nenhum dos apoios acima referidos.

 

Os negócios que estão prestes a arrancar dedicam-se a áreas tão distintas como a organização de eventos, a análise microbiológica alimentar, arquitectura, comunicação empresarial, limpezas industriais, contabilidade, entre outros.


O projecto

Amadora EMPREENDE é projecto pioneiro em Portugal
O Programa Municipal de Empreendedorismo Municipal Amadora EMPREENDE, um projecto pioneiro em Portugal, tem como objectivos principais identificar, junto da população jovem e de pessoas em situação de vulnerabilidade social da Amadora, iniciativas individuais de empreendedorismo, facultando-lhes as condições necessárias de desenvolvimento de uma ideia de negócio.

 

Com dois pontos de actuação distintos, a Incubadora Quick (dirigido a jovens entre os 18 e os 30 anos), e o Quem não Arrisca não Petisca (dirigido a pessoas em situação de vulnerabilidade social – mulheres, deficientes, imigrantes e reclusos e ex-reclusos), este pretende ser um programa de apoio selectivo, de forma a possibilitar a criação de um sistema não paternalista, mas que consiga dar força a projectos que muitas vezes não são expostos, por falta de apoios ao nível do desenvolvimento de ideias, procura de apoios financeiros, etc.


A Incubadora Quick arrancou oficialmente no dia 28 de Fevereiro, enquanto que o Quem não Arrisca não Petisca foi lançado em Abril também deste ano.

 

Parcerias estratégicas são condição essencial de sucesso
Como forma de potenciar este projecto pioneiro, a CMA assinou um protocolo com o ISCTE (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa) – que dispõe de uma unidade especializada na promoção do empreendedorismo, UNIAUDAX, e que conduziu o diagnóstico das candidaturas, as entrevistas, a formação necessária e o apoio na procura de investimentos – e a Fundação Calouste Gulbenkian, instituição com grande reputação ao nível do trabalho social, e que, inclusivamente, colabora já com a CMA no Projecto Geração (em desenvolvimento no bairro de realojamento do Casal da Boba).

 

(CMA)


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r, em 30.09.08 às 15:11link do post | favorito
 
Mais de metade, num total de 19, dos bairros degradados da Amadora foram extintos entre 1994 e 2006, refere o Relatório do Estado do Ordenamento do Território (REOT) do município.

 

 
 
Elaborado por uma equipa de técnicos da autarquia, com o apoio da Universidade Nova de Lisboa, o documento, que está integrado na avaliação do Plano Director Municipal (PDM), é o primeiro REOT municipal a ser divulgado publicamente, incluindo um balanço da gestão e da transformação do solo concelhio durante aquele período.
 

No que respeita à base produtiva do concelho, as conclusões apontam para um aumento do número de estabelecimentos em 87 por cento e o crescimento do emprego em 46 por cento, destacando uma "situação emergente favorável no domínio dos serviços intensivos em informação e conhecimento".

 

O relatório reconhece, no entanto, que o incremento do emprego se verificou nos ramos que absorvem mão-de-obra menos qualificada, permitindo que se mantenha um desemprego de longa duração.

 

Entre as debilidades, regista-se também que um quarto da população residente com mais de quinze anos depende do sistema de protecção social.

 

O envelhecimento da população, a insuficiência de equipamentos para idosos e creches e a prevalência de um modelo de uso do território "dominantemente habitacional" são, por outro lado, características do concelho que afectam a qualidade de vida dos cidadãos.

 

Apesar dos pontos negativos, o número de espaços verdes por habitante duplicou entre 1994 e 2006, a rede viária construída e beneficiada foi estendida de 256 para 365 quilómetros e a taxa de escolarização no ensino público primário subiu de 86 para 93 por cento.

 

Para o presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo, o documento acaba por subscrever a meta da autarquia na revisão do PDM, cuja filosofia "não é a de aumentar a construção".

 

"Falta agora constituir as equipas, mas creio que este ano ainda conseguimos lançar as bases para a revisão", adiantou à Lusa o autarca, destacando a extensão da rede viária como um dos principais pontos positivos do REOT.

 

"Quando se fez o PDM, nem havia como objectivo ter o Metropolitano, portanto, em alguns aspectos conseguimos ultrapassar os objectivos, o que eleva agora o nosso padrão de resposta", afirmou.

 

Joaquim Raposo lamentou, no entanto, que ainda permaneçam alguns bairros degradados no município, embora tenham sido já eliminados 19 dos 35 bairros identificados em 1993, quando se preparava o PDM.

 

Na altura, havia registo de 4.855 barracas, ocupadas por 21.362 pessoas. Em Outubro de 2006, 4.443 agregados familiares tinham a sua situação habitacional resolvida.

 

Apesar da evolução, constam do REOT a "ausência de políticas de intervenção no parque habitacional privado", a "incerteza na continuidade dos programas de realojamento" - devido às dificuldades financeiras, e a desocupação de alguns fogos, o que resulta na sua degradação.

 

Por seu turno, o secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades, João Ferrão, considera que o Relatório da Amadora marca uma "nova forma de prestar contas" que deveria ser seguida por todos os municípios.

 

Lembrando que o REOT nacional será apresentado à Assembleia da República no próximo Verão, o responsável apelou à colaboração das autarquias no estudo dos seus concelhos, uma vez que têm "capacidade técnica para tal".

 

"A Amadora entrou numa espiral de exigência que não tem recuo", conclui João Ferrão, durante a sessão de apresentação.

(lusa)

 

Escrevo eu: Nem tudo são rosas na Amadora, mas honra seja feita, de facto a Amadora melhorou substâncialmente nos últimos 12 anos....

 


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r, em 09.04.08 às 12:42link do post | favorito

Amanhã, dia 10 de Abril, pelas 14.45H, tem lugar no Fórum Luís de Camões (Rua Luís Vaz de Camões – Brandoa) a cerimónia de abertura da 1.ª Expo de Emprego e Formação da Amadora, iniciativa que conta com a presença da Ministra da Educação, Professora Doutora Maria de Lurdes Rodrigues.

Sob o lema “O Teu Futuro Passa Por aqui”, esta iniciativa, que se prolonga até 13 de Abril, constitui um projecto orientado para o desafio de aumentar os níveis de empregabilidade e de qualificação da população, visando aproximar jovens e adultos do tecido empresarial e escolar.

Organizada pela Câmara Municipal da Amadora e pela Escola Intercultural das Profissões e do Desporto da Amadora, E.M., a 1.ª Expo de Emprego e Formação da Amadora, além de aproximar os recursos educacionais e empresariais da população, sensibilizando e mobilizando para o desafio da aprendizagem, pretende ainda promover um espaço pelo qual passarão personalidades representantes de diversas áreas artísticas e profissionais.

Durante a cerimónia de abertura, realiza-se a apresentação da Parceria Escola/Empresa, entre o Agrupamento de Escolas Azevedo Neves e a Siemens, e a apresentação da Plataforma Integrada Novas Oportunidades – PINO.

Esta sessão conta ainda com a assinatura de um Protocolo entre a Agência Nacional para a Qualificação – ANQ, o Instituto do Emprego e da Formação Profissional e o Programa “Escolhas”, e a entrega de certificados (Nível Básico e Secundário e Cursos de Educação e Formação de Adultos).

A entrada é livre.

Fórum Luís de Camões Rua Luís Vaz de Camões, Brandoa Tel.: 21 499 78 00 Fax: 21 499 78 33 E-mail: expoamadora@escoladasprofissoes.pt

Horário: 10 e 11 de Abril: 10.00h – 20.00h 12 e 13 de Abril: 15.00h – 21.00h

Mais informações em www.expoamadora.pt

Programa da Cerimónia de Abertura 14.45h – Abertura – Visita à Exposição;

15.00h – Apresentação de Parceria Escola/Empresa: » Agrupamento de Escolas Azevedo Neves » Siemens;

15.15h – Apresentação da Plataforma Integrada Novas Oportunidades – PINO

15.30h – Assinatura de Protocolo de Colaboração, entre: » Agência Nacional para a Qualificação – ANQ » Instituto do Emprego e da Formação Profissional » Programa Escolhas;

15.40h – Entrega de Certificados (Nível Básico e Secundário; Cursos de Educação e Formação de Adultos);

16.00h – Intervenções: » Senhor Presidente da Câmara Municipal da Amadora, Joaquim Moreira Raposo » Sua Excelência a Ministra da Educação, Prof. Doutora Maria de Lurdes Rodrigues;

 16.15h – Encerramento.

 

(cma)

 


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