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r, em 18.12.08 às 15:12link do post | favorito

Notícia do Diário de Notícias...

 

No mais problemático bairro da Amadora a maior parte não paga renda .
O presidente da Câmara da Amadora considera "errada" a construção de grande bairros sociais.

As declarações de Joaquim Raposo ao DN foram proferidas no bairro Casal da Mira ontem, onde foi ali inaugurado um centro de dia para idosos, com apoio domiciliário, resultante de uma parceria entre a autarquia, a Misericórdia da Amadora e a Chamartín, empresa proprietária dos centros comerciais Dolce Vita.

Joaquim Raposo explicou ao DN que a opção pelos grandes bairros sociais surgiu, sobretudo, para atrair fundos comunitários. Em seu entender, a melhor decisão teria sido a criação de linhas de crédito que ajudassem as pessoas a comprar a sua própria casa. "Sentir-se-iam muito mais responsabilizadas", frisou.

Composto por 760 fogos, onde residem cerca de 2300 pessoas, originárias de diversos bairros degradados da Amadora como Azinhaga dos Besouros, Estrela d'África, Fontainhas, entre outros, no bairro de realojamento do Casal da Mira são poucos o que pagam renda. Todos os prédios têm lojas nos rés-do-chão, mas estão vazias e os vidros partidos.

Enquanto conversávamos com o presidente da Câmara, quem passava pedia-lhe para que acabasse com a insegurança. "São roubos com caçadeiras todos os dias", disse uma senhora a Joaquim Raposo, enquanto rogava uma casa noutro sítio.

Para o autarca, os bairros sociais criam injustiças. "As habitações são oferecidas às pessoas, e depois nem pagam o mínimo de renda exigido", disse, garantindo: "Vamos avançar com os despejos." Em seu entender, a situação é injusta para quem faz esforço para ter uma casa. |

 

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