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r, em 06.06.08 às 09:40link do post | favorito
Realiza-se nos próximos dias 6 e 7 de Junho, no Parque Central da Amadora, mais uma edição das Jornadas Desportivas sem Barreiras.
Jogos tradicionais, futebol de 5, ginástica, boccia e dança, entre outras, serão algumas das actividades a desenvolver.

Organizadas em conjunto entre a Câmara Municipal da Amadora e as Associações de Deficientes do Concelho, as Jornadas Desportivas Sem Barreiras pretendem ser uma forma de combater, através do desporto, a barreira, que existe por vezes, entre a população em geral e as pessoas deficientes, e tem como objectivos principais a dinamização e promoção do trabalho inter-associativo, a promoção do desenvolvimento do desporto para a pessoa deficiente, integrando-a nas actividades desportivas da população em geral, a sensibilização da população para o reconhecimento das capacidades e potencialidades da pessoa portadora de deficiência e a divulgação do trabalho e os objectivos das Associações de Deficientes.

Estes objectivos têm sido alcançados, como se comprova pela enorme afluência, não só de espectadores, mas principalmente de participantes.

 
 
(CMA)
 

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r, em 03.06.08 às 16:21link do post | favorito

 

 

 

O Clube de Futebol Estrela da Amadora vai organizar nos próximos dias 7 e 8 de Junho o VI Torneio Internacional de Futebol Infantil “Cidade da Amadora” – Troféu Mauro Gama, iniciativa inserida no âmbito do desenvolvimento do futebol amador do clube, com relevante interesse municipal, no que concerne ao domínio específico da formação desportiva dos jovens praticantes.
Esta iniciativa constitui uma obrigação do Clube de Futebol Estrela da Amadora, de acordo com os compromissos assumidos entre o Clube e a Autarquia.
Para a edição deste ano, o Clube de Futebol Estrela da Amadora convidou um conjunto de prestigiadas equipas nacionais e estrangeiras, de forma a assegurar a qualidade competitiva do torneio, a saber: Clube de Futebol Estrela da Amadora, Sport Lisboa e Benfica, Sporting Clube de Portugal, Futebol Clube do Porto, Club Atlético de Madrid e Real Club Recreativo de Huelva.
 
Os jogos de dia 7 de Junho realizam-se no Complexo Desportivo Municipal do Monte da Galega, sendo que os de dia 8 realizam-se no Estádio José Gomes – Reboleira.
 

 

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r, em 03.06.08 às 15:18link do post | favorito

 

A Câmara Municipal da Amadora aprovou as Normas Regulamentares da XXIII Edição do Torneio “Cidade da Amadora” em Atletismo, iniciativa organizada pela Autarquia, em colaboração com as Associações Desportivas, as Escolas e as Juntas de Freguesia do Município.
 
 
Este Torneio é desenvolvido em estreito cumprimento pelas normas regulamentares e regras desportivas previstas pela Federação Portuguesa de Atletismo e Associações Distritais de Atletismo.
 
Para o ano em curso, o calendário da XXIII Edição do Torneio “Cidade da Amadora” em Atletismo é o seguinte:
 
Calendário da XXIII Edição do Torneio “Cidade da Amadora” em Atletismo

Data
Prova
7 de Junho
3.ª Milha Urbana Falagueira Jovem
14 de Junho
Milha Urbana de Santo António do Desportivo Operário do Rangel
28 de Junho
XII Grande Prémio de Atletismo da SFRAA (Sociedade Filarmónica de Apoio Social e Recreio Artístico da Amadora)
6 de Julho
Grande Prémio da Junta de Freguesia da Mina
13 de Julho
Grande Prémio do Sporting Clube da Reboleira e Damaia
14 de Setembro
Grande Prémio de Atletismo da Sociedade Recreativa “Os Aliados”
21 de Setembro
Grande Prémio de Atletismo do Clube Desportivo Cá-Te-Espero
28 de Setembro
1.ª Légua da Cidade da Amadora em Atletismo
5 de Outubro
Grande Prémio do Grupo Desportivo “Amaro`s Joalheiros”
12 de Outubro
Grande Prémio Grupo Desportivo e Recreativo da Reboleira

 

 

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r, em 02.06.08 às 12:21link do post | favorito

 

Muitos nunca tinham visto um violino ou um contrabaixo, mas tinham o sonho de aprender música. Hoje, trinta miúdos da Amadora já sabem as notas e tocam em uníssono na Orquestra Geração, projecto de inclusão social que pretende despertar em Portugal o espírito da orquestra venezuelana Simón Bolívar.
 
A orquestra é dirigida pelo maestro Juan Carlos Majorani, um jovem venezuelano que integrou o Sistema Nacional de Orquestras Juvenis e Infantis da Venezuela, o mítico projecto venezuelano fundado em 1975 - com a criação da Sinfónica Simón Bolívar - dedicado à recuperação "de grupos vulneráveis".
 
"Eu sou fruto da orquestra da Venezuela. Participei na orquestra infantil de Caracas, na orquestra Simon Bolívar e depois vim para Portugal, onde tirei a licenciatura e toquei na Orquestra Metropolitana de Lisboa", contou o jovem maestro à Lusa enquanto preparava um ensaio na Escola Básica Miguel Torga, na Amadora.
 
Juan Carlos Majorani fala com orgulho do projecto - apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, pela Câmara da Amadora, pela Fundação EDP e pela Escola de Música do Conservatório Nacional - e dos alunos que ensaia quatro vezes por semana, desde Novembro. A cada dia que passa, diz, estão mais afinados nos instrumentos e na vida.
"É um projecto gratuito para os mais necessitados", começou por explicar o maestro, adiantando que o objectivo é criar "uma prática colectiva de orquestra e levá-la à comunidade e aos bairros sociais".
 
Por outro lado, salientou, é dar a oportunidade aos miúdos de conhecerem um instrumento musical, participar numa orquestra - por definição uma tarefa que exige disciplina - e proporcionar-lhe "uma relação muito próxima com a música", que lhes era desconhecida.
 
"Nem conheciam os instrumentos musicais", frisou o maestro, que se orgulha de ter começado com 10 alunos e de hoje já serem mais de 30 na Amadora.
"Agora é de uma minoria para uma minoria, mas nós queremos que seja de uma minoria para uma maioria", sublinhou Juan Carlos, que quer estender o projecto a todo o país.
 
Alheios à essência do projecto, os jovens querem mesmo é aprender música e fazer dela o seu futuro, conforme disseram à Lusa.
 
Neuza, com 15 anos, é a mais "velha" da orquestra. Escolheu o contrabaixo e está orgulhosa do que conseguiu aprender em apenas três meses.
"Desde pequena sempre quis tocar ou cantar, tive esta oportunidade e agarrei-a", disse a jovem à Lusa, contando que a aprendizagem foi "muito fácil".
Olhando para os colegas, a jovem comenta que "estão a lutar pelo seu futuro", tal como ela.
"É bom vê-los empenhados a tocar. Vê-se a diferença de dia para dia", comentou Neuza, que já tinha tido aulas de canto e flauta.
 
O gosto pela música é visto com desconfiança pelos amigos do seu bairro, que consideram "uma grande seca" estar a aprender a tocar e a ter formação musical.
Neuza não pensa assim. Pelo contrário, diz que "é muito fixe" e até já conseguiu levar dois amigos para a orquestra para tocarem contrabaixo e assim evitar que passem muito tempo na rua ou a ver televisão.
 
O gosto pela música fez com que a jovem esquecesse um bocadinho a escola. As notas baixaram, mas depois de uma conversa com a professora de música Sandra Martins os testes já começaram a melhorar.
 
"A Neuza apaixonou-se pelo contrabaixo e é um caso fantástico de aprendizagem. Prevejo um futuro musical na sua vida", disse à Lusa a professora, que está "fascinada" com este projecto de inclusão social.
 
"Digo a todos os meus colegas de trabalho que foi o melhor que me podiam ter dado a nível de ensino. É um projecto fascinante", sustentou a professora de viola.
 
Sandra Martins diz que no início da formação da orquestra "foi muito complicado".
"As crianças não faziam ideia do que era a música. Quando lhes demos os instrumentos, perguntaram o que vamos fazer", mas depois foi "incrível a forma como aceitaram o projecto e, em meio ano, fez-se um milagre", acrescentou.
 
As crianças souberam do projecto pelos professores da escola Miguel Torga e os que quiseram participaram fizeram um pequeno teste para avaliar a sua capacidade auditiva e escolher o instrumento que iriam tocar.
 
"Estava indecisa entre a viola de arco e o violoncelo, mas acabei por escolher o violoncelo porque é muito bonito e estava nos sons intermédios, nem muito agudos, nem muito graves", disse Ana, 12 anos, enquanto acomodava o instrumento musical no seu corpo franzino.
 
Rafaela, 15 anos, preferiu o contrabaixo, apesar do início o ter achado "um bocado estranho, porque era muito grande".
"Gostei de aprender, apesar de ter sido um bocado difícil", adiantou Rafaela, que já fez "novos amigos" na orquestra.
 
Rute, 13 anos, sempre quis tocar violino. Apesar de os amigos considerarem estranho o seu gosto por música clássica, a jovem já consegue ir dominando um dos instrumentos mais exigentes do mundo.
 
A grande estreia da orquestra vai ser no Teatro São Luiz, em Lisboa, no dia 18 de Junho, e os pequenos músicos já sentem um friozinho na barriga, mas estão crentes de que tudo vai correr bem.
 
"Estou nervosa para a estreia, mas tenho treinado muito para fazer boa figura", disse Rute cheia de convicção.
 
A orquestra está dividida em dois pólos: na Amadora e em Vialonga e, ao todo, já são mais de 100 alunos.
(Lusa)

 


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