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r, em 25.10.09 às 22:22link do post | favorito

 
Mário Cordeiro, pediatra, disse na semana passada numa conferência organizada pelo Departamento de Assuntos Sociais e Culturais da Câmara Municipal de Oeiras, que muitas birras e até problemas mais graves poderiam ser evitados se os pais conseguissem largar tudo quando chegam a casa para se dedicarem inteiramente aos seus filhos durante dez minutos.
 
Ao fim do dia os filhos têm tantas saudades dos pais e têm uma expectativa tão grande em relação ao momento da sua chegada a casa que bastava chegar, largar a pasta e o telemóvel e ficar exclusivamente disponível para eles, para os saciar. Passados dez minutos eles próprios deixam os pais naturalmente e voltam para as suas brincadeiras.
 
Estes dez minutos de atenção exclusiva servem para os tranquilizar, para eles sentirem que os pais também morrem de saudades deles e que são uma prioridade absoluta na sua vida. Claro que os dez minutos podem ser estendidos ou até encurtados conforme as circunstâncias do momento ou de cada dia. A ideia é que haja um tempo suficiente e de grande qualidade para estar com os filhos e dedicar-lhes toda a atenção.
 
Por incrível que pareça, esta atitude de largar tudo e desligar o telemóvel tem efeitos imediatos e facilmente verificáveis no dia-a-dia.
 
Todos os pais sabem por experiência própria que o cansaço do fim de dia, os nervos e stress acumulados e ainda a falta de atenção ou disponibilidade para estar com os filhos, dão origem a uma espiral negativa de sentimentos, impaciências e birras.
          
Por outras palavras, uma criança que espera pelos pais o dia inteiro e, quando os vê chegar, não os sente disponíveis para ela, acaba fatalmente por chamar a sua atenção da pior forma.
Por tudo isto e pelo que fica dito no início sobre a importância fundamental que os pais-homem têm no desenvolvimento dos seus filhos, é bom não perder de vista os timings e perceber que está nas nossas mãos fazer o tempo correr a nosso favor.
 
in Boletim de Julho da Acreditar

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A importância de saber chegar a casa a horas.

 

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r, em 07.11.08 às 12:36link do post | favorito

Após mais de 40 anos de discussão parece que é desta que a CRIL vai avançar...  não vai, já está a avançar...

 

Quando existem obras públicos desta envergadura é natural e normal que  algumas pessoas estejam contra, por vários e diversos motivos.

 

O que não é normal, nem saudável é criticar por criticar, inventar, denegrir e desescredibilizar.

 

Parece óbvio, para todos, que a conclusão da CRIL é vital para esta zona da grande área metropolitana de Lisboa, vai descongestionar uma série de vias de comunicação e vai melhorar a qualidade urbana por onde vai passar... Como diz um amigo meu , " para a Amadora, esta obra é um pequeno Polis..." sou obrigado a concordar!!!

 

E porquê, perguntarão os mais cépticos???? Para mim a resposta está nas fotografias que se seguem:

 

NÓ DA DAMAIA (FUTURO)

 

NÓ DAS PORTAS DE BENFICA (FUTURO)

 

 

NÓ DE PEDRALVAS E NÓ DE ALFORNELOS (FUTURO)

 

 

PARA MELHOR VISUALIZAR AS MUDANÇAS: http://www.estradasdeportugal.pt/site/v3/?id_pagina=B5791AB7-E83A-4136-8558-19948CA777C5&id_pasta=6A873DCB-D251-4950-8A7F-E9CA266D65B6&grupo=3

 


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r, em 30.09.08 às 15:11link do post | favorito
 
Mais de metade, num total de 19, dos bairros degradados da Amadora foram extintos entre 1994 e 2006, refere o Relatório do Estado do Ordenamento do Território (REOT) do município.

 

 
 
Elaborado por uma equipa de técnicos da autarquia, com o apoio da Universidade Nova de Lisboa, o documento, que está integrado na avaliação do Plano Director Municipal (PDM), é o primeiro REOT municipal a ser divulgado publicamente, incluindo um balanço da gestão e da transformação do solo concelhio durante aquele período.
 

No que respeita à base produtiva do concelho, as conclusões apontam para um aumento do número de estabelecimentos em 87 por cento e o crescimento do emprego em 46 por cento, destacando uma "situação emergente favorável no domínio dos serviços intensivos em informação e conhecimento".

 

O relatório reconhece, no entanto, que o incremento do emprego se verificou nos ramos que absorvem mão-de-obra menos qualificada, permitindo que se mantenha um desemprego de longa duração.

 

Entre as debilidades, regista-se também que um quarto da população residente com mais de quinze anos depende do sistema de protecção social.

 

O envelhecimento da população, a insuficiência de equipamentos para idosos e creches e a prevalência de um modelo de uso do território "dominantemente habitacional" são, por outro lado, características do concelho que afectam a qualidade de vida dos cidadãos.

 

Apesar dos pontos negativos, o número de espaços verdes por habitante duplicou entre 1994 e 2006, a rede viária construída e beneficiada foi estendida de 256 para 365 quilómetros e a taxa de escolarização no ensino público primário subiu de 86 para 93 por cento.

 

Para o presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo, o documento acaba por subscrever a meta da autarquia na revisão do PDM, cuja filosofia "não é a de aumentar a construção".

 

"Falta agora constituir as equipas, mas creio que este ano ainda conseguimos lançar as bases para a revisão", adiantou à Lusa o autarca, destacando a extensão da rede viária como um dos principais pontos positivos do REOT.

 

"Quando se fez o PDM, nem havia como objectivo ter o Metropolitano, portanto, em alguns aspectos conseguimos ultrapassar os objectivos, o que eleva agora o nosso padrão de resposta", afirmou.

 

Joaquim Raposo lamentou, no entanto, que ainda permaneçam alguns bairros degradados no município, embora tenham sido já eliminados 19 dos 35 bairros identificados em 1993, quando se preparava o PDM.

 

Na altura, havia registo de 4.855 barracas, ocupadas por 21.362 pessoas. Em Outubro de 2006, 4.443 agregados familiares tinham a sua situação habitacional resolvida.

 

Apesar da evolução, constam do REOT a "ausência de políticas de intervenção no parque habitacional privado", a "incerteza na continuidade dos programas de realojamento" - devido às dificuldades financeiras, e a desocupação de alguns fogos, o que resulta na sua degradação.

 

Por seu turno, o secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades, João Ferrão, considera que o Relatório da Amadora marca uma "nova forma de prestar contas" que deveria ser seguida por todos os municípios.

 

Lembrando que o REOT nacional será apresentado à Assembleia da República no próximo Verão, o responsável apelou à colaboração das autarquias no estudo dos seus concelhos, uma vez que têm "capacidade técnica para tal".

 

"A Amadora entrou numa espiral de exigência que não tem recuo", conclui João Ferrão, durante a sessão de apresentação.

(lusa)

 

Escrevo eu: Nem tudo são rosas na Amadora, mas honra seja feita, de facto a Amadora melhorou substâncialmente nos últimos 12 anos....

 


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r, em 23.09.08 às 12:32link do post | favorito

A Câmara Municipal da Amadora irá proceder a uma homenagem pública ao atleta para-olímpico João Manuel Rodrigues Martins, vencedor da medalha de bronze nos 50m costas, classe S1, nos últimos Jogos Para-olímpicos de Pequim, como forma de reconhecer todo o carinho e o empenho que imprimiu nesta edição dos Jogos.

A Autarquia considera que a prestação deste atleta foi extraordinária, não só pelas medalhas e pelos resultados obtidos, mas também pela atitude, dedicação e força demonstradas durante a realização deste acontecimento, tido como o segundo maior evento desportivo a nível mundial, sendo um verdadeiro exemplo de vida do qual todos os portugueses e, em particular, os cidadãos da Amadora se devem orgulhar.

Residente na Amadora, João Martins, 38 anos, é atleta de natação do “Centro Nuno Belmar da Costa, Associação Paralisia Cerebral de Lisboa”. Começou a treinar em 1990 e compete na modalidade de Natação, 50m costas, Classe S1. Tem como passatempos a música, tocar órgão, escrever poesia e ver cinema.

Currículo Desportivo

2 Participações em Jogos Para-olímpicos – Atenas 2004 e Pequim 2008

 Jogos Para-olímpicos – Pequim Natação – 50m Costas 3.º, Medalha de Bronze
 Jogos Para-olímpicos – Atenas (Recorde Pessoal) Natação – 50m Costas 3.º, Medalha de Bronze
 Jogos Para-olímpicos – Atenas (Recorde Pessoal) Natação – 50m Livres 3.º, Medalha de Bronze

 Outras Competições
 República Checa Natação – 50m Costas 2.º, Medalha de Prata
 República Checa Natação – 50m Livres 2.º, Medalha de Prata
 República Checa Natação – 100m Livres 2.º, Medalha de Prata
 República Checa Natação – 200m Livres 2.º, Medalha de Prata
 Campeonato do Mundo – África do Sul (Recorde Pessoal) Natação – 50m Costas 2.º, Medalha de Prata
 Campeonato do Mundo – África do Sul Natação – 100m Livres 3.º, Medalha de Bronze
 Jogos Para-olímpicos – Atenas (Recorde Pessoal) Natação – 50m Costas 3.º, Medalha de Bronze
 Jogos Para-olímpicos – Atenas (Recorde Pessoal) Natação – 50m Livres 3.º, Medalha de Bronze.

 

(CMA)

 

Escrevo eu: MUITOS PARABÉNS AO JOÃO MANUEL RODRIGUES MARTINS PELO RESULTADO OBTIDO, DO QUAL TODA A CIDADE DA AMADORA, ESTOU CERTO, MUITO SE ORGULHA. PARABÉNS!!!!

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r, em 15.07.08 às 14:18link do post | favorito

 

O jornal Destak, na edição de hoje publica um “estudo” realizado no âmbito de um inquérito on-line da página Guia de Portugal – Maior Rede Digital de Municipios, realizado pela Municipia SA, no qual é perguntado como avalia a actuação da sua Câmara Municipal no geral e depois em particular num conjunto de medidas, a saber: Indicador de desenvolvimento Municipal; Potencial Demográfico; Serviços de apoio à população; Ambiente e qualidade de vida; Dinamismo económico; Capacidade de influenciar o exterior; Cidadania e Finanças locais.
 
Este inquérito, que serviu de guia ao Jornal Destak, está on-line desde Fevereiro de 2006, e no que respeita à Amadora, conta com 136 votos (grande amostra).
 
A Amadora está colocada no último lugar. E o jornal Destak, aproveitou isso para escrever o artigo e dizer em título que a Amadora é o Município menos desenvolvido do País e colocar uma chamada de 1ª página. Lamentável!!!!! Como é possível uma “Pseudo”jornalista chamar um estudo a uma coisa destas????
 
Então um inquérito on-line, votado por meia dúzia de pessoas ( isto excluindo a possibilidade de a mesma pessoa votar inúmeras vezes) serve para uma avaliação desta natureza?????? E suportar um artigo destes num jornal?????
 
NÃO!!!!!! Só mostra uma total falta de imparcialidade, de rigor jornalístico, de investigação séria e credível…. É a informação que temos ou a falta dela!!! Só falta perguntar a quem serve este fato e quem foi o alfaiate??????????
 
Peço a todos os leitores deste blog, seus amigos, familiares, vizinhos, que sejam ou conheçam a Amadora, que acedam ao referido inquérito e votem no Município da Amadora, nos diversos itens de forma livre e séria …pois, enquanto Amadorense considero que os resultados estão muito longe de expressar a realidade do Município da Amadora nos dias de hoje.
 
Não sei porquê mas parece que alguém quer que se continue a estigmatizar a Amadora, quando não há razões para isso…. A Amadora não é mais nem menos, nem melhor nem pior que a generalidade dos Municípios Portugueses.
 
Para consulta e votação:
 

 

http://www.guiadeportugal.pt

 

 

http://www.destak.pt/docs/597/lisboafinal.pdf


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r, em 26.05.08 às 11:22link do post | favorito

A CDU da Amadora está preocupada com a "escassez" da informação dada pelo Governo acerca do processo de requalificação do bairro da Cova da Moura, um projecto que os comunistas acreditam viver agora "muita indefinição".

 

O Alto da Cova da Moura, com mais de 6.000 habitantes, é uma das três zonas contempladas pelo programa de reabilitação e reinserção urbanas "Bairros Críticos", lançado em 2006 pelo governo e desenvolvido por oito ministérios, autarquias, organizações e populações locais.

 

Nos últimos meses, o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) tem estado a levantar as condições habitacionais dos mais de 1.200 fogos ilegais do bairro, o que viabilizará a abertura do concurso para o Plano de Pormenor da zona.

 

A comissão concelhia da CDU teme, no entanto, que os trabalhos não estejam a avançar dentro dos prazos previstos, até porque considera que a informação avançada pela comissão geral de acompanhamento do processo não tem sido esclarecedora.

 

"As coisas parecem estar num impasse, a informação é relativamente escassa, até sobre a fase em que se está. Retoma-se estudos anteriores, mas em termos substanciais vê-se pouco no terreno", disse hoje à Lusa o vereador da CDU na Câmara da Amadora, João Bernardino, após uma visita ao bairro com responsáveis da Associação de Solidariedade Social local e da Comissão de Moradores.

 

"Preocupa-nos que a situação se vá arrastando sem uma solução mais célere e que se mantenha a tendência para usar o nome e as esperanças da Cova da Moura sem materializar uma reconversão que seria essencial para requalificar a própria vida das pessoas", acrescentou.

 

João Bernardino lamentou também que os habitantes e as associações estejam a ser ouvidos de forma "ténue" e com base em "repetições", o que reforçará a ideia de que a requalificação está sustentada em "muita indefinição".

 

O responsável irá, por isso, confrontar o executivo camarário com "os atrasos" e levantar a questão em Assembleia Municipal, apelando à necessidade de haver uma calendarização concreta da recuperação da Cova da Moura e de serem disponibilizados mais recursos humanos.

 

(lusa)

 

Escrevo Eu: há coisas fantásticas, não há???? isto de estarem à porta eleições autárquicas desperta preocupações... é pena que há uma dezena de anos atrás, esta mesma coligação, não tenha incluído a Cova da Moura no PER (Plano Especial de Realojamento), podia ser que se o tivessem feito hoje a Cova da Moura fosse um pouco diferente...

 

 

 


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r, em 22.02.08 às 17:54link do post | favorito
A comunicação social Portuguesa é de facto paradigmática…. São sempre tão solícitos a falar mal da AMADORA, quando acontece algum problema, seja ele de que índole for.
 
Aliás, se existe um grande responsável pelo estigma negativo que ainda paira sobre a Amadora, a culpa é , em grande parte, da nossa “belíssima” Comunicação Social.
 
No entanto, e no que respeita ao assunto identificado em epígrafe, nada disse. Porque será????
 
Será que na Amadora não choveu tanto como em Lisboa, Odivelas, Loures ou Oeiras???? É que a Amadora fica precisamente no centro/meio destas autarquias!!!!
 
A resposta é simples. não escreveram uma linha porque na Amadora, devido ao bom trabalho desenvolvido pela Câmara Municipal,  (importa referir que os Munícipes sabem desde quando é que deixou de haver inundações na Amadora) através da limpeza de sarjetas, linhas de água, ruas, etc.. não se verificaram nenhuns problemas… e isso não interessa referenciar, o que interessa à comunicação social é noticiar quando existe “sangue”, o que, felizmente na Amadora não aconteceu.
 
Como nenhum órgão de Comunicação Social escreveu sequer que na “Amadora não houve registos de incidentes”, escrevo eu, vale o que vale mas fica o registo.
 
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r, em 28.01.08 às 15:01link do post | favorito

Notícia do Jornal de Notícias...

 

EU COMENTO O ARTIGO NO FIM....

 

Os comerciantes do Mercado da Falagueira, Amadora, queixam-se de quebras nas vendas desde que, em Junho de 2006, a feira ambulante foi transferida do local onde se encontrava há mais de 20 anos, para a estrada dos Salgados, Brandoa.

Já recolheram mais de 400 assinaturas num abaixo-assinado onde apelam ao regresso dos vendedores ambulantes ao mercado da Falagueira que será entregue à Câmara da Amadora na próxima reunião pública (quarta-feira).

"Desde que terminaram com a venda ambulante tenho tido quebras nas vendas na ordem dos 50%", queixa-se Vítor Santos, vendedor de peixe. Há sete meses que a autarquia procedeu à transferência dos feirantes que dispunham de um terreno ao lado do mercado da Falagueira, para a estrada dos Salgados, na Brandoa.

 "Com a feira vinham pessoas de várias zonas, da Amadora e de outros concelhos. Agora, isto já não tem nenhum atractivo", lamenta Deolinda Silva, uma das comerciantes que estará presente na reunião de quarta-feira, onde será entregue o abaixo-assinado. "As bancadas vão ficando vazias porque as pessoas não conseguem fazer face às despesas.

A Câmara tem que criar um incentivo para que as pessoas venham aqui fazer as suas compras", acrescenta ainda Deolinda Silva. Os frequentadores do mercado também sentem a falta dos vendedores ambulantes. "Isto é uma miséria. Assim as pessoas preferem ir aos supermercados fazer compras", afirma Dora Fonseca.

Já para António Carlota, um outro comprador, "a feira era útil mas tinha que ser reorganizada. Era muita a confusão e provocava incómodos às pessoas que aqui moravam".

 Ontem, a comissão concelhia do PCP esteve no local a ouvir as queixas dos comerciantes. "Vamos entregar uma proposta ao Executivo para que se construa um mercado de raiz, aproveitando os terrenos contíguos, para possa vir a ser integrada a feira ambulante", disse João Bernardino, vereador do PCP na Câmara.

ESCREVO EU:   AO QUE CHEGA A DEMAGOGIA E A LUTA POLÍTICA DESMEDIDA, SEM RAZÃO DE SER E APROVEITADORA DA FRAQUEZA DAS PESSOAS…
 
ENTÃO O PCP QUER  QUE A VENDA AMBULANTE VOLTE PARA JUNTO DO MERCADO DA FALAGUEIRA, PARA UM LOCAL ONDE NÃO EXISTEM AS MÍNIMAS CONDIÇÕES PARA A VENDA, NO MEIO DOS PRÉDIOS DE HABITAÇÃO, NUM TERRENO PRIVADO??????
 
É VERGONHOSO!!!!!! TENDO SIDO ELES, NA SUA GESTÃO CAMARÁRIA QUE OS LÁ COLOCARAM,  PORQUE NÃO ARRANJARAM UM ESPAÇO EM CONDIÇÕES???? NUNCA LÁ FIZEREM NADA DE JEITO E VÊM AGORA, TAL CORDEIRINHOS, DIZEREM-SE PREOCUPADOS COM OS VENDEDORES DO MERCADO E COM OS DA VENDA AMBULANTE????? É PRECISO TER MUITA LATA E NÃO SE PERTUBAREM EM USAR AS PESSOAS PARA FINS EXCLUSIVAMENTE POLÍTICOS!!!!! HAJA VERGONHA!!!!!
  
 
 
 
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